TWB apresenta menor proposta em pregão da Dersa

A concorrência pública visa a contratação ano de empresa para a realização de serviço operacional e de manutenção

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26 FEV 201322h54

A concessionária das operações de travessia de balsas TWB S.A apresentou a menor proposta no pregão presencial aberto ontem pela Dersa, no valor de R$ 37 milhões. A concorrência pública visa a contratação ano de empresa para a realização de serviço operacional e de manutenção. De oito empresas inscritas no pregão, apenas quatro foram classificadas. As outras três são a Performance Assessoria Empresarial Ltda., Consórcio Atlântico e Internacional Marítima Ltda.

Segundo o diretor de operações da Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa), Nelson El Hage, a Internacional ofereceu pelos serviços R$ 37.110 milhões, a Performance R$ 39.770 milhões e o Consórcio Atlântico, R$ 43.200.136 milhões.

El Hage afirmou que agora as concorrentes deverão apresentar na segunda-feira, a descrição dos custos dos serviços. “Vamos analisar se a proposta realmente cobre os custos que a empresa vai ter na prestação do serviço”, afirmou.

A comissão de licitação da Dersa deverá anunciar a empresa vencedora até quarta-feira, após análise das propostas. Segundo El Hage, a empresa vencedora terá de 30 a 40 dias para assumir as operações nas travessias de balsas sob administração da Dersa. O contrato tem vigência de um ano podendo ser aditado conforme solicitação da empresa.

Já as empresas ZPG, Preamar, MM Serviços Indústria, Comércio e Equipamentos e a Serviços Portuários (Serviporto) foram desclassificadas por não cumprirem todas as exigências previstas no pregão, conforme explicou o diretor de operações.

TWB

A TWB S.A. assumiu as operações da travessia de balsas no dia 19 de abril, mediante contrato emergencial de três meses, prorrogável por mais três meses, no valor de R$ 24.100 milhões — R$ 19.325 milhões para operação e R$ 4.780 milhões, manutenção. A concessionária é alvo de ação investigada pelo Ministério Público do Trabalho por descumprimento de contratos trabalhistas. Funcionários alegam que trabalham sem carteira assinada e recebem em torno de R$ 380 contra vencimentos de cerca de R$ 1.173 dos marítimos contratados pela antiga concessionária, Consórcio OP Mariner.