Tufão Bopha mata 647 e 780 pessoas ainda estão desaparecidas

Cruz Vermelha vê crise humanitária após passagem do tufão na ilha filipina de Mindanao

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10 DEZ 201213h30

Somente nesta segunda-feira (10), quase uma semana após a chegada do tufão Bopha às Filipinas, as autoridades filipinas, começam a ter uma noção mais clara de extensão da catástrofe natural em uma área já pobre do país.

A Cruz Vermelha Internacional declarou "crise humanitária" na ilha filipina de Mindanao, onde situa-se a maioria das províncias atingidas pelo Bopha, cujos ventos alcançaram 195 quilômetros por hora na semana passada.

Ao mesmo tempo, a defesa civil filipina informou que o número de mortos subiu para 647. Até o momento, 780 pessoas continuam desaparecidas. O número de pessoas em abrigos provisórios, que na semana passada passou de 200 mil, hoje era de pouco mais de 130 mil.

Os danos à infraestrutura são estimados no momento em quantia equivalente a US$ 85,5 milhões, enquanto os danos ao setor de agricultura superam os US$ 200 milhões.

 

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