Cotidiano
Integrante do Circuito das Águas Paulistas, o município também figura entre as Estâncias Hidrominerais do estado
Integrante do Circuito das Águas Paulistas, o município também figura entre as Estâncias Hidrominerais do estado / Pixabay
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Já pensou em visitar uma cidade cuja economia é movida pelo recurso mais indispensável à vida? No interior de São Paulo, Lindóia se destaca justamente por isso e é reconhecida nacionalmente como a Capital da Água Mineral.
Integrante do Circuito das Águas Paulistas, o município também figura entre as Estâncias Hidrominerais do estado. Sua importância vai além do turismo: cerca de 40% da água mineral consumida no Brasil tem origem em Lindóia, consolidando o papel estratégico da cidade no setor.
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O nome Lindóia vem do tupi-guarani e pode ser traduzido como “rio que não transborda” ou “água morna ao paladar”, referências diretas às características naturais da região. Além das fontes, a cidade oferece cachoeiras, monumentos históricos e um museu dedicado à preservação da cultura local, reforçando o vínculo entre turismo, saúde e bem-estar.
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A qualidade da água ultrapassou fronteiras e entrou para a história. Em 1969, a empresa Lindóia Verão enviou 100 garrafas à NASA, que teriam sido utilizadas para abastecer os astronautas da missão Apollo 11, a primeira a levar o homem à Lua.
Décadas antes, em 1926, a cientista Marie Curie visitou o município e atestou as propriedades terapêuticas da água local.
Localizada a cerca de 156 quilômetros da capital paulista, Lindóia pode ser acessada pela BR-369, em uma viagem de aproximadamente cinco horas e meia. Apesar da fama nacional e internacional, a cidade mantém o perfil de pequeno município: segundo o último Censo do IBGE, pouco mais de 7 mil pessoas vivem no local.
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