Terceira maior cidade de SP inicia greve no transporte após crime brutal

Vale destacar que a paralisação não está relacionada a reivindicações salariais ou demandas por melhorias

O protesto, tratado como um ato simbólico de apoio à família da vítima e de repúdio ao crime

O protesto, tratado como um ato simbólico de apoio à família da vítima e de repúdio ao crime | Divulgação

A cidade de Campinas, a terceira mais populosa do estado e também a mais rica do território paulista, sofreu um duro golpe em sua rede de transporte público nesta quarta-feira (16).

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Logo pela manhã, motoristas de ônibus do município iniciaram uma greve e não saíram das garagens. O motivo é a lembrança de um caso brutal de assassinato que marcou a categoria.

A paralisação foi organizada pelo Sindicato dos Rodoviários. Segundo a entidade, o ato faz referência ao início do julgamento dos acusados pela morte de um ex-presidente do sindicato, assassinado em 2022.

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O crime aconteceu por volta das 7h, quando a vítima saía de casa e foi baleada em frente à residência por dois homens em um carro vermelho.

A cidade de Campinas passa por uma por mudança bilionária no transporte público.

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Greve

De acordo com o sindicato, cerca de 30% da frota foi mantida em circulação, conforme determina a legislação para greves no setor de transporte. Já os veículos operados por cooperativas seguem funcionando normalmente.

O protesto, tratado como um ato simbólico de apoio à família da vítima e de repúdio ao crime, deve manter os horários reduzidos ao longo da semana.

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Vale destacar que a paralisação não está relacionada a reivindicações salariais ou demandas por melhorias nas condições dos ônibus.

*O texto contém informações do portal CBN Campinas