Terceira etapa do plano Metropolitano de Desenvolvimento Estratégico é apresentada

Levantamento avalia planejamentos municipais para Mobilidade e Acessos, Habitação e Saneamento Básico Desenvolvimento Econômico

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17 DEZ 201317h28

Na última reunião do Conselho de Desenvolvimento Metropolitano da Baixada Santista (Condesb), foi apresentada a terceira e última etapa do Plano Metropolitano de Desenvolvimento Estratégico (PMDE-BS). A avaliação do desenvolvimento urbano dos nove municípios da região será, a partir de janeiro, detalhada às prefeituras, para que o estudo seja aprofundado e apresentado oficialmente em março.

O objetivo do PMDE, elaborado pela Geo Brasilis, empresa vencedora da licitação, é analisar os projetos existentes e em desenvolvimento na região e diagnosticar alternativas para que até 2030 essas ações supram as demandas e necessidades da Baixada.

Conselho Metropolitano de Desenvolvimento realizou a última reunião do ano (Foto: Matheus Tagé/DL)

O levantamento apurou e avaliou os diferentes planejamentos existentes nos eixos de Mobilidade e Acessos, Habitação, Saneamento Básico e Desenvolvimento Econômico. Foram levantados mais de 100 estudos elaborados pelas três esferas de governo: municipal, estadual e federal.

O diretor executivo da Agem, Marcelo Siqueira Bueno, explica que a entrega do último produto é apenas o início de um grande trabalho que auxiliará os municípios e o Governo do Estado de São Paulo a pautar suas ações e iniciativas. “Os resultados divididos por eixo de trabalho serão apresentados individualmente no início do próximo ano, em encontros temáticos. O último deve ocorrer em março e será a grande consolidação das três etapas do Plano Estratégico”, reforçou.

De acordo com a diretora técnica da Agem, Fernanda Meneghello, que também participou do levantamento e apresentou ontem para os representantes municipais que compareceram ao Condesb, o PMDE está sendo preparado há quase um ano. “A contribuição que ele (o plano) tem para a região é muito importante, passa a integrar todas as linhas de ações até 2030. Ações conjuntas são importantes para equacionar problemas, olhando a Baixada Santista como um único lugar”, ressalta.

Ao longo do desenvolvimento do Plano foram realizadas 62 reuniões de trabalho com prefeituras, 28 com secretarias do Governo do Estado e 11 com as esferas federal e privada. “O saldo do trabalho foi muito positivo. Estamos entregando metas de desenvolvimento urbano e econômico até 2030, ações e atividades de planejamento necessárias, 17 mapas georreferenciados e sugerindo um sistema de monitoramento do plano e dos indicadores com a participação da AGEM”, destacou José Roberto dos Santos, diretor da Geo Brasilis.