Tenente Coimbra avança nas negociações para levar escola militar à Baixada Santista

Deputado Estadual se reuniu com o ministro da Educação, Milton Ribeiro, para negociar a expansão do modelo em São Paulo

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13 AGO 2020Por Da Reportagem17h08
Tenente Coimbra viu o quanto o ministro se entusiasmou com a possibilidade da Baixada participar do programa do governo federalFoto: DIVULGAÇÃO

O deputado estadual Tenente Coimbra (PSL-SP) se reuniu com o ministro da Educação, Milton Ribeiro, na tarde de quarta-feira (12), em Brasília, para negociar a implantação de uma escola cívico-militar na Baixada Santista por meio do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim). De acordo com Coimbra, que é criador e presidente da Frente Parlamentar Pela Criação das Escolas Militares no Estado de São Paulo, houve avanços na negociação e a Baixada está mais próxima de conseguir a implantação do modelo.

Segundo o parlamentar, a implantação depende agora do empenho das prefeituras das cidades da região. “Aproveitamos o encontro para conversar sobre o nosso trabalho à frente do tema, mas ainda não temos a previsão de abertura do chamamento para os municípios. O ministro se mostrou comprometido com a nossa luta e em breve teremos novidades para a região”, afirmou.
 
Na agenda que cumpriu em Brasília, Coimbra se reuniu com o diretor da DFPC, do Comando Logístico do Exército Brasileiro, general Alexandre de Almeida Porto, para tratar do armazenamento de nitrato de amônio em indústrias da Baixada Santista, a mesma substância que provocou a megaexplosão no Líbano, e sobre a legislação e burocracia das empresas que fabricam coletes balísticos. “Levamos nossa preocupação sobre a situação de Cubatão e pedimos atenção a este caso para que não ocorra no Brasil uma tragédia nas mesmas proporções do Líbano. Também tivemos grandes avanços, principalmente nas questões de burocracia”, disse.

O deputado também esteve no Quartel-General do Exército (QGEx) para falar sobre a criação da bolsa-auxílio e vale-transporte para atiradores do Tiro de Guerra e do retorno da Carteira de Identidade para Oficiais Técnicos Temporários do Exército Brasileiro (R2), que são projetos de sua autoria. “Estamos lutando pela valorização dessa classe que tanto contribui com a defesa do nosso país, mas não tem o reconhecimento e valorização que merece”, finalizou.