Temporada deve gerar até 5 mil empregos na Baixada Santista

O comércio deverá contratar extras com salários a partir de R$ 753,00

Comentar
Compartilhar
22 JAN 201323h35

A temporada de Verão, com o peso das festas de fim de ano, deverá favorecer a criação de 3 mil a 5 mil empregos temporários na Baixada Santista.

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista da Baixada Santista, Alberto Weberman, acredita num aumento de até 6% na geração de postos de trabalho temporários nos nove municípios da Região, em comparação com a temporada passada.

Weberman disse que as contratações iniciam já neste mês de novembro. Os contratos poderão se estender até março de 2010, com salários a partir de R$ 753, que é o piso dos comerciários.

Weberman está confiante no aumento das contratações. “No último feriado (Finados), a Região recebeu 1,3 milhão de pessoas, graças ao tempo bom. Na temporada, se o tempo ajudar, o comércio vai contratar mais para atender o número de pessoas que vierem para as nossas praias. O movimento é certo porque tem muita gente que tem casas ou apartamentos na Região”.

Já a assessoria de imprensa de dois shoppings da Baixada informou que as contratações de final de ano devem crescer 20%, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Assim como os grandes estabelecimentos, micro e pequenas empresas também vão abrir vagas. A empresária Adriana Fantuchi, proprietária de uma pequena loja de roupas e calçados, no Jardim Casqueiro, em Cubatão, disse que contratará mais duas vendedoras para a sua loja.

“Eu pretendo contratar duas pessoas por meio período cada uma, para dar oportunidade a mais de uma”, afirmou Adriana, que enfatizou ainda que as vagas estão abertas também para quem não tem experiência. ”As grandes lojas só contratam pessoas com dois anos de experiência. Mas, eu acho que a gente tem que dar a chance para as pessoas sem experiência crescerem”, declarou.

Adriana trabalha com artigos nas linhas adulto e infanto-juvenil. Segundo ela, em dezembro a maior procura é por produtos da linha feminina. “Apesar de a procura por artigo masculino ter aumentado, o que mais vende ainda é o feminino: roupa, calçado e lingerie”.