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A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês) dos EUA divulgou hoje que a nova temporada de furacões no Oceano Atlântico deve ser "extremamente ativa", com de 13 a 20 tempestades "batizadas" e de sete a 11 furacões, sendo três a seis de grande intensidade Isso seria duas vezes o número de grandes furacões e bem acima da média de 12 tempestades. A temporada começa em 1º de junho e dura seis meses.
A nova temporada pode afetar Estados como Nova York e Nova Jersey, que ainda se recuperam dos estragos provocados pela supertempestade Sandy, no fim do ano passado. A temporada do ano passado foi a terceira mais movimentada da história, com 19 tempestades "batizadas" e dez furacões, sendo dois de grande intensidade, ou seja, com ventos de mais de 178 quilômetros por hora.
"O início de uma temporada de furacões é um lembrete de que nossas famílias, empresas e comunidades precisam estar preparadas para a próxima grande tempestade", disse Joe Nimmich, da Agência Federal de Gestão de Emergências.
Vários fatores vão contribuir para a forte atividade nesta temporada. Segundo a NOAA, um padrão climático atmosférico iniciado em 1995 continua a causar mais furacões. A temperatura acima do normal das águas do Atlântico e do Mar do Caribe também interfere. Enquanto isso, o chamado fenômeno El Niño, que pode amenizar a formação de furacões, não deve agir de maneira significativa este ano. As informações são da Dow Jones e da Associated Press.
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