Tamanduá e jararaca são resgatados em área residencial pelo Pelotão Ambiental da GCM

Animais foram soltos na mata fechada da Serra do Mar

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13 MAI 2021Por Da Reportagem11h30
O tamanduá-mirim, também chamado de tamanduá-colete, foi encontrado em um quarto, nos fundos de uma residência, na Rua Mecanizada, no bairro Samaritá. O tamanduá-mirim, também chamado de tamanduá-colete, foi encontrado em um quarto, nos fundos de uma residência, na Rua Mecanizada, no bairro Samaritá. Foto: PREFEITURA DE SV/DIVULGAÇÃO

O Pelotão Ambiental da Guarda Civil Municipal (GCM), de São Vicente, resgatou, na terça-feira (11), um tamanduá e uma jararaca. 

O tamanduá-mirim, também chamado de tamanduá-colete, foi encontrado em um quarto, nos fundos de uma residência, na Rua Mecanizada, no bairro Samaritá. 

Já a jararaca foi encontrada na Rua da Constituição, no Itararé, por um senhor que, ao iniciar a limpeza dos fundos de um domicílio, avistou a serpente que se escondeu no mato. 

Em ambas as ocorrências os proprietários acionaram imediatamente a GCM, que foi ao local para realizar a captura. 

O tamanduá foi encaminhado para a Unidade Básica de Saúde Animal (UBASA), no Rio Branco, e após avaliação clínica foi liberado para soltura. 

Os animais silvestres foram soltos pela equipe em uma mata fechada, na Serra do Mar. 

Denúncias - Em caso de resgate ou denúncia, o munícipe deve entrar em contato com a GCM pelo telefone 153. 

Jararaca - Uma das espécies de cobra mais perigosas e que vive em boa parte do território brasileiro. Mede cerca de 1,20m e possui desenhos que lhe proporcionam uma ótima camuflagem, o que torna difícil a visualização do animal, mesmo para olhos experientes. 

No Brasil, as mordidas de jararaca (Bothrops jararaca) respondem por cerca de 90% do total de acidentes com humanos, envolvendo serpentes. O veneno da jararaca provoca lesões no local da mordida, hemorragia e necrose que podem, em casos mais graves, ocasionar a amputação dos membros afetados.