Cotidiano

Suzane von Richthofen é acusada de furto e pode voltar à prisão; entenda mais

Uma prima de Suzane registrou ocorrência por suposto saque de bens na casa de tio morto; a disputa envolve herança de R$ 5 milhões

Giovanna Camiotto

Publicado em 05/02/2026 às 19:51

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Suzane von Richthofen está novamente no centro de uma investigação policial / Reprodução/TV Record

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Suzane von Richthofen está novamente no centro de uma investigação policial que pode custar sua liberdade. Atualmente cumprindo pena em regime aberto pelo assassinato dos pais, ela foi denunciada por furto pela própria prima, Silvia Gonzalez Magnani. As informações foram publicadas nesta quinta-feira (5) pelo jornalista Ulisses Campbell, do jornal O Globo. 

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Segundo o boletim de ocorrência registrado na terça-feira (3) junto à Polícia Civil de São Paulo, Suzane teria se apropriado indevidamente de uma lavadora de roupas, um sofá, uma cadeira ou poltrona e uma bolsa contendo documentos e dinheiro do tio, o médico aposentado Miguel Abdalla Netto, que foi encontrado morto em janeiro, na capital paulista.

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A denúncia ocorre em meio a uma disputa pelo espólio de Abdalla, avaliado em cerca de R$ 5 milhões. Desde a morte, as duas familiares se enfrentam na Justiça para definir quem assumirá o posto de inventariante e terá direito à herança milionária.

Em sua defesa em um processo que tramita na Vara de Família e Sucessões de Santo Amaro, Suzane admitiu ter entrado no imóvel e retirado objetos, incluindo um carro de luxo Subaru XV. Ela também teria soldado o portão da residência, alegando que agiu para "proteger o patrimônio" que acredita ter direito. 

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Agora, a situação jurídica de Suzane von Richthofen é considerada delicada porque o regime aberto exige que o condenado não cometa novos delitos. Caso o inquérito de furto avance e resulte em condenação, o benefício será revogado, obrigando-a a retornar à Penitenciária de Tremembé para cumprir o restante de sua pena de 39 anos pelo homicídio dos pais. 

Ironicamente, o tio Miguel Abdalla foi o responsável por impedi-la judicialmente de acessar a fortuna dos pais após o crime em 2002, estimada em cerca de R$ 10 milhões.

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