Cotidiano
Hoje, utilizando os meios tradicionais, como o Sistema Anchieta-Imigrantes, a jornada dura, em média, 1h30. No entanto, em dias mais movimentados, como feriados, o percurso pode chegar a cerca de 3 horas
Equipamento pode começar a operar apenas em 2027 / Divulgação
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Poucas obras são tão esperadas no litoral de São Paulo quanto o Aeroporto de Guarujá. Mas essa expectativa tem explicação: a viagem entre a praia e a capital paulista pode ser reduzida para apenas 30 minutos.
A grande aposta é que os voos regionais sejam realizados por aeronaves menores, com capacidade para cerca de 50 passageiros. Dessa forma, será possível cumprir o trajeto em aproximadamente meia hora.
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Equipamento pode começar a operar apenas em 2027/PMG - DivulgaçãoHoje, utilizando os meios tradicionais, como o Sistema Anchieta-Imigrantes, a jornada dura, em média, 1h30. No entanto, em dias mais movimentados, como feriados, o percurso pode chegar a cerca de 3 horas.
Vale ressaltar que o equipamento ainda não tem rotas definidas de forma oficial. Um dos destinos já comentados nos bastidores é o Rio de Janeiro, outro importante polo do litoral brasileiro.
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O novo aeroporto fica em Guarujá, no litoral de São Paulo. O equipamento será instalado na Base Aérea de Santos, área pertencente à Força Aérea Brasileira (FAB).
Na prática, ele será implantado na região de Vicente de Carvalho, na área continental da cidade, aproveitando a estrutura já existente da base militar.
O Aeroporto de Guarujá está localizado em uma região estratégica, próxima ao Porto de Santos, a poucos minutos da balsa entre Santos e Guarujá, do futuro túnel entre as cidades e com fácil acesso a outros municípios da Baixada Santista.
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Apesar do avanço das obras do terminal, o início dos voos comerciais deve ficar apenas para o próximo ano.
O principal entrave são etapas técnicas obrigatórias, que ainda precisam ser concluídas antes do aval para a operação do aeroporto no Guarujá.
Até o momento, a gestão municipal abriu uma disputa eletrônica para contratar uma empresa responsável por realizar dois estudos técnicos exigidos para a operação do aeroporto: o Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromos (PBZPA) e o Plano de Zona de Proteção de Auxílios à Navegação Aérea (PZPANA).
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Esses documentos são fundamentais para identificar e controlar possíveis obstáculos, como prédios ou torres, além de interferências eletromagnéticas que possam afetar a navegação aérea.