‘Será uma campanha de proposituras’, afirma Hélio Hallite

Com chapa pura, PRTB realiza trabalho de conversas com empresários e população e tem foco em propostas para pontos-chave

Uma campanha com foco em propostas para a solução de grandes entraves existentes em Santos. Com uma chapa pura, o PRTB busca discutir os principais anseios da sociedade e trazer luz a problemas crônicos de pontos-chave como o Porto, a mobilidade urbana e a macrodrenagem na Zona Noroeste.

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“Nós optamos por uma campanha diferente. Estamos sendo reconhecidos como não partidários da política antiga. Procuramos trazer uma mensagem nova com relação a isso. Será uma campanha de proposituras. Vamos apresentar propostas com relação aos principais tópicos que nós entendemos prioritários para a região”, explica Hélio Hallite, candidato à prefeito pelo PRTB.

Hallite crê que a população anseia por mais transparência e respostas por parte dos governos.

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“Existem projetos importantes, que trariam qualidade de vida para a nossa região e não foram concluídos. E fazem parte de várias campanhas. Sequer houve um posicionamento de quem já governou em várias outras condições no sentido de que isso não vai acontecer nunca, ou isso vai acontecer em 2017. Nós temos que estar preparados para dar essa resposta. O povo precisa dessa resposta”, comenta.

Para o candidato, “Santos é uma cidade linda, mas está doente”, e que “as doenças” que atingem o município vizinho já estão presentes. ”Como uma gripe encubada, mas já sentimos os sintomas”, analisa.

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Por fim, Hallite destaca que é preciso pensar uma Santos para o futuro. “Falo muito de Santos 2030, mas se não fizermos a lição de casa, eu acredito que nós teremos que desistir, e essa palavra é terrível, de qualquer projeto. E aprender a viver numa cidade que vai de nada a lugar nenhum”, finaliza.

Deta destaca conversa com a população

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Candidato a vice-prefeito pelo PRTB, Eduardo Dardaqui, o Deta, destaca que o partido tem buscado uma relação mais próxima com a população e com o empresariado santista.

“Temos visitado empresários da cidade, de vários setores. Fomos ouvir o que eles precisam, o que eles veem de errado, quais as sugestões. Nós estamos indo para as ruas, não para pedir voto, mas sentir a necessidade do cidadão comum. O cidadão que anda pela rua, que anda de ônibus, de táxi. Isso tem dado um feedback para nós. Tanto Hélio quanto eu somos pessoas extremamente profissionais e capazes, acreditamos que podemos contribuir, mas não sabemos 100% da verdade. O que nos falta, nós vamos buscar na população”, disse.

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Após o trabalho de abordagem da população, Deta ressalta o sentimento de rejeição ao processo político por parte da sociedade.

“É impressionante a rejeição a esse processo político antigo. Esse sistema que vivemos de conchavos e trocas. Se você perguntar para as pessoas em quem elas vão votar, se for idoso dirá que não vai votar porque não é obrigado pela idade. E quem pode votar está extremamente revoltado com esse sistema político. Então, sentimos uma enorme rejeição. Tanto que, a princípio, vamos fazer pesquisa. Com prancheta e caneta, batendo papo e só quando temos a amizade da pessoa é que nos apresentamos como candidatos. Temos sido bem recebidos pela população até por isso. Chegamos a conquistar alguns votos. Por não estarmos atrelados a esse esquema político, por não sermos da velha guarda”, analisa.

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Hélio Hallite e Eduardo Dardaqui ressaltaram a construção de um plano de governo rico em quantidade de páginas, com capítulos específicos para temas centrais de Santos