Cotidiano
Não é segredo para ninguém que grande parte da nossa vida está dentro do celular. Mas qual é a melhor forma de protegê-lo? O Diário do Litoral te mostra tudo sobre os seguros de smartphones
O primeiro passo envolve as escolhas que você precisa fazer / Pixabay
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Não é segredo para ninguém que grande parte da nossa vida está dentro do celular. Mas qual é a melhor forma de protegê-lo? O Diário do Litoral te mostra tudo sobre os seguros de smartphones.
Em resumo, o seguro funciona como uma proteção financeira para o seu dispositivo — semelhante ao seguro de carro ou de vida. Ou seja: você paga um valor, mensal ou anual, para garantir cobertura em casos de defeitos, roubos ou outros imprevistos.
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É necessário avaliar bem cada cobertura, pois cada detalhe é vital para uma proteção completa e segura.
O primeiro passo envolve as escolhas que você precisa fazer. Após definir a operadora ou seguradora — muitas vezes ligadas a bancos —, será necessário informar o modelo do aparelho, o valor, o perfil de uso e o tipo de cobertura desejada.
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O primeiro passo envolve as escolhas que você precisa fazer/PixabayA cobertura varia conforme o plano, mas geralmente inclui roubo ou furto qualificado. Vale ressaltar que o furto simples — quando o aparelho é perdido ou esquecido em algum local — nem sempre está incluído.
Assim como em outros tipos de seguro, ao acionar o serviço você precisa arcar com uma parte do prejuízo, chamada franquia. Por exemplo: se o celular custa R$ 3.000 e a franquia é de 25%, você paga R$ 750, enquanto a seguradora cobre o restante.
Para acionar o seguro, é necessário registrar um boletim de ocorrência em caso de roubo ou furto. Em seguida, você deve entrar em contato com a seguradora e enviar todos os documentos e comprovantes exigidos.
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Vale lembrar que existe um período de carência — geralmente de cerca de um mês — para que o seguro passe a valer. Durante esse período, a mensalidade já é cobrada, mas a cobertura ainda não está ativa.
Ser vítima de roubo ou furto de celular exige rapidez nas ações para reduzir danos e impedir o uso indevido de informações pessoais. Saber exatamente o que fazer nesses momentos pode fazer toda a diferença.
O primeiro passo é registrar um boletim de ocorrência, que pode ser feito online ou diretamente em uma delegacia. Esse documento é fundamental tanto para questões legais quanto para acionar um eventual seguro.
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Em seguida, entre em contato com a sua operadora para bloquear o chip e o aparelho por meio do número IMEI, o código único de identificação do celular. Essa medida impede que o dispositivo seja utilizado em redes móveis, dificultando sua revenda.
Se o aparelho tiver ferramentas de rastreamento ativadas, como “Buscar dispositivo”, no Android, ou “Buscar iPhone”, no iOS, tente localizá-lo. Caso necessário, utilize as funções de bloqueio remoto ou apagamento de dados. Ainda assim, é essencial não tentar recuperar o celular por conta própria em locais suspeitos, priorizando sempre a sua segurança.
Outra atitude indispensável é alterar imediatamente as senhas de aplicativos e contas vinculadas ao aparelho, como e-mail, redes sociais, bancos e serviços de pagamento. No caso de apps bancários, também é recomendável entrar em contato com a instituição financeira para informar o ocorrido e solicitar o bloqueio de acessos.
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Por fim, monitore suas contas nos dias seguintes. Movimentações incomuns podem indicar tentativas de golpe ou acesso indevido aos seus dados. Agir rapidamente é a melhor forma de evitar prejuízos maiores.