Cotidiano
A esperada construção da policlínica da Vila Progresso, em Santos, chegou à marca de 80% de conclusão e tem a finalização da obra civil prevista para julho
Logo após essa última etapa, o prédio será entregue à Secretaria de Saúde / Divulgação
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A esperada construção da policlínica da Vila Progresso, em Santos, chegou à marca de 80% de conclusão e tem a finalização da obra civil prevista para julho. Em suma, a unidade é considerada estratégica para ampliar o atendimento de saúde na região.
Logo após essa última etapa, o prédio será entregue à Secretaria de Saúde, que ficará responsável pela instalação dos equipamentos e por toda a organização necessária para o início do funcionamento.
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Os trabalhos estão sendo executados pela Lemam Construções e Comércio S.A., empresa vencedora da licitação.
Ao todo, o prédio tem 700 m² de área construída e será dividido em três pavimentos: térreo, primeiro e segundo, onde haverá uma área coberta para atividades coletivas externas.
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A unidade contará com recepção e sala de espera para 24 pessoas, além de oito consultórios: cinco de uso geral, dois de ginecologia e um de odontologia.
O novo prédio está sendo erguido em um terreno na esquina da Rua Moyses de Freitas com a Travessa 1, no Morro Vila Progresso, sob o gerenciamento da Secretaria de Obras e Edificações (Seobe).
A título de curiosidade, a unidade fica bem próxima à caixa d’água, no morro mais alto habitável de Santos, a 184,7 metros acima do nível do mar.
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No início da fundação, foi encontrado um grande bloco rochoso no terreno. Como a estrutura da caixa d’água, responsável pelo fornecimento para boa parte da Vila Progresso e do Morro Santa Maria, não poderia sofrer abalos, houve a necessidade de adequar o projeto para fragmentar a rocha sem o uso de explosivos.
Foi utilizada argamassa expansiva não explosiva, um método seguro, porém mais demorado. Após a execução de diversos furos na rocha, o material era injetado e, durante o processo de expansão, provocava a fragmentação do bloco. Na sequência, uma retroescavadeira retirava os pedaços.
Outra medida obrigatória foi o reposicionamento das grandes tubulações de água que partem da caixa d’água e passavam pelo subsolo, com ajustes de nível.
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A empreiteira Lemam, vencedora da licitação, elaborou o projeto e executou o serviço, com aprovação da Sabesp, que acompanhou de perto os trabalhos.
Tanto a fragmentação do bloco rochoso quanto o reposicionamento da rede da Sabesp interferiram no andamento da obra, gerando aditivos de prazo e valor. Com isso, o custo passou a R$ 7.076.434,59, com recursos do Fundo de de Desenvolvimento Urbano do Município de Santos (Fundurb) e prazo de entrega previsto para julho.