Santos segue entre as cidades com melhor saneamento básico do Brasil

A cidade é a segunda colocada, entre as maiores do País, no acesso à água tratada, coleta de esgoto e esgoto tratado por água consumida

Levantamento realizado pelo Instituto Trata Brasil avalia os 100 maiores municípios do País

Levantamento realizado pelo Instituto Trata Brasil avalia os 100 maiores municípios do País | Divulgação/ Prefeitura de Santos

A cidade de Santos é a segunda colocada, entre as maiores do País, no acesso à água tratada, coleta de esgoto e esgoto tratado por água consumida, ficando atrás apenas de São José do Rio Preto. O levantamento foi publicado nesta semana na 15ª edição do Ranking do Saneamento, com o foco nos 100 maiores municípios do País, realizado pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com GO Associados.

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O relatório faz uma análise dos indicadores do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), ano de 2021, publicado pelo Ministério das Cidades. Desde 2009, o Trata Brasil monitora os números dos maiores municípios brasileiros, buscando dar luz a um problema histórico do País: o saneamento básico.

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De acordo com o ranking, Santos possui fornecimento de água potável para todas as residências e trata 100% do esgoto de acordo com o volume de água consumido. Os indicadores também mostram que o Município possui 99,93% das residências interligadas com a rede de tratamento de esgoto, com 97,60% de coleta realizada na área urbana. Santos é ainda a Cidade com o menor índice de desperdício de água durante o processo de distribuição entre os municípios paulistas analisados.

De acordo com o secretário do Meio Ambiente, Marcos Libório, apesar de a Cidade comemorar o reconhecimento, agora é o momento de intensificar a fiscalização conjunta com a Sabesp em relação às ligações clandestinas de esgoto e à atenção na questão da balneabilidade das praias.

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“O saneamento básico é totalmente ligado ao meio ambiente e à saúde pública. Quando nós falhamos no saneamento, nós prejudicamos a saúde da população. Os índices são importantes porque exemplificam o custo evitado, ou seja, se investirmos em saneamento, economizaremos na saúde pública minimizando, por exemplo, doenças parasitárias e gastroenterites”, explica.