Cotidiano
Desde a confirmação de dois casos de mpox na cidade de Santos, muitas dúvidas passaram a circular entre a população. Entre elas, a possibilidade de uma nova infecção lidera a lista de questionamentos
Mas, afinal, existe risco de pegar mpox duas vezes? O Diário traz a resposta / Freepik/Divulgação
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Desde a confirmação de dois casos de mpox na cidade de Santos, muitas dúvidas passaram a circular entre a população. Entre elas, a possibilidade de uma nova infecção lidera a lista de questionamentos.
Mas, afinal, existe risco de pegar mpox duas vezes? O Diário traz a resposta.
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Infelizmente, caro leitor, há motivos para atenção. Embora a infecção inicial proporcione algum nível de imunidade, essa proteção não é permanente.
A reinfecção pode, sim, ocorrer — especialmente diante de diferentes variantes do vírus.
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Os dois casos de Mpox confirmados em janeiro deste ano, em Santos, não representam os primeiros registros da doença na cidade. Entre 2022 e 2026, o município contabilizou 109 pessoas infectadas, segundo dados do Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde.
No mesmo intervalo, foram feitas 899 notificações suspeitas. Após análise, 743 acabaram descartadas.
A faixa etária mais afetada foi a de homens entre 30 e 34 anos, que concentraram 26 casos. Entre as mulheres, o número de ocorrências foi menor, com o maior registro sendo de três casos em meninas de 5 a 9 anos.
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Os sintomas mais recorrentes incluíram lesões cutâneas e febre. As feridas foram observadas principalmente na região genital, além do tronco e dos membros superiores.