Nas redes sociais, a Prefeitura de Santos publicou as informações do CarnaCentro/Carnabonde e quais as restrições de segurança adotadas para este ano, além dos horários e endereços da festa. Todavia, a proibição do uso de coolers e isopores gerou muita revolta por parte dos internautas, que dizem, entre outras coisas, que isso atrapalha a ida de famílias à folia.
O DL passeou pelas publicações e separou alguns comentários contrários à probibição. Você os lerá na íntegra, como aparecem nas redes sociais.
Letícia Estavan de Souza foi a primeira internauta a comentar sobre a proibição.
“Poxa vida! O Carnabonde sempre foi evento bem família, todos com seus coolers e afins e agora essa palhaçada. Era melhor não fazer nada mesmo. Não podemos levar, mas podemos comprar lá dentro. Parabéns!”, disse.
Stephanny Souza também não gostou nada da restrição e disse que uma família inteira gastaria muito para consumir na festa.
“É um absurdo, imagina só 4/5 crianças querendo comer a todo momento e não poder levar um salgadinho, refri, suco, uma família que não tem como ficar comprando toda hora um espeto 10,00/15,00. É carnaval de rua, não é clube, vocês querem que seja apenas uma festa fechada pelo jeito, depois de tantoooo tempo sem festa e vocês acabam com as coisas, todo o resto ok, agora não pode levar seu próprio isopor, pra que?”, indaga.
No Facebook a página da Prefeitura de Santos chegou a responder algumas pessoas.
“Houve revisão e não há mais limite de garrafas plásticas de água. Também esclarecemos que as restrições valem apenas para a área restrita do Carnabonde e Carnabanda, de acordo com as orientações da Polícia Militar. O público poderá consumir – fora da área restrita – todos os produtos comercializados nos estabelecimentos em funcionamento nos dias dos eventos. Destacamos, mais uma vez, que as restrições valem apenas para o perímetro em que haverá controle de acesso dos foliões durante os eventos, que serão realizados de sábado a terça-feira de Carnaval”, finaliza a publicação.
A Reportagem entrou em contato com a Prefeitura da cidade e questionou se eles repensariam a proibição diante do número de reclamações e indignações, mas, até o fechamento deste texto, não houve resposta.
O espaço segue aberto para considerações.
