Cotidiano

Samsung, Motorola ou iPhone? Saiba qual é o celular 'preferido' dos criminosos na Baixada Santista

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), foram registrados 1.079 casos de furtos de celulares entre janeiro e fevereiro de 2026

Igor de Paiva

Publicado em 10/04/2026 às 15:20

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Samsung chega na liderança do ranking / Pixabay

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Você costuma andar pela Baixada Santista, no litoral de São Paulo, com o celular em mãos? As notícias não são das melhores — ainda mais se o aparelho for da Samsung.

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De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), foram registrados 491 furtos de aparelhos da marca sul-coreana em apenas 61 dias. O levantamento considera ocorrências registradas entre janeiro e fevereiro de 2026.

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A título de curiosidade, isso representa cerca de 8 casos por dia, considerando todas as nove cidades da região: Bertioga, Cubatão, Guarujá, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande, Santos e São Vicente.

Nesse mesmo intervalo, a Baixada Santista contabilizou 1.079 casos de furtos de celulares. De modo geral, são 17 aparelhos retirados de seus donos por dia.

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Ranking

Como já mencionado, os aparelhos da Samsung lideram o ranking, com 491 ocorrências no período. A segunda posição fica com a Motorola, que registrou 432 casos. O pódio se completa com a Apple, fabricante do iPhone, com 212 aparelhos furtados na região.

Marcas de todos os valores são alvos dos criminosos/Pixabay

Na sequência, aparecem outras marcas: Outros (66), Xiaomi (61), LG (4), Asus (1), Lenovo (1) e Multilaser (1).

Fui furtado, e agora?

Você foi uma das vítimas? É fundamental agir rapidamente para reduzir prejuízos e evitar o uso indevido dos seus dados.

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O primeiro passo é registrar um boletim de ocorrência, que pode ser feito de forma online ou em uma delegacia. Esse registro é essencial tanto para fins legais quanto para eventuais acionamentos de seguro.

Na sequência, entre em contato com a sua operadora para bloquear o chip e o aparelho por meio do número IMEI, que é o código único de identificação do celular. Esse bloqueio impede que o dispositivo seja utilizado em redes móveis, dificultando a revenda ilegal.

Se o aparelho possuir ferramentas de rastreamento ativadas, como “Buscar dispositivo” (Android) ou “Buscar iPhone” (iOS), tente localizá-lo e, se necessário, ative as funções de bloqueio remoto ou apagamento de dados. No entanto, é importante não tentar recuperar o celular por conta própria em locais suspeitos, priorizando sempre a sua segurança.

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Outra medida essencial é alterar imediatamente as senhas de aplicativos e contas vinculadas ao aparelho, como e-mail, redes sociais, bancos e serviços de pagamento. Caso utilize aplicativos bancários, entre em contato com a instituição financeira para informar o ocorrido e solicitar o bloqueio de acessos, evitando possíveis transações indevidas.

Por fim, fique atento a qualquer movimentação estranha em suas contas nos dias seguintes ao furto. Em alguns casos, criminosos tentam acessar informações pessoais ou aplicar golpes utilizando dados armazenados no dispositivo. Agir com rapidez pode fazer toda a diferença para evitar maiores transtornos.

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