Salões e academias: prefeitos da região aguardam manifestação do Ministério da Saúde

Tema foi discutido em reunião do Comitê Metropolitano de Contingenciamento do Coronavírus na Baixada Santista

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13 MAI 2020Por Da Reportagem12h00
A postura dos executivos municipais vai ao encontro a de outros líderes do país, que mantiveram estes estabelecimentos fechados para evitar o avanço do coronavírus, mantendo o isolamento social.Foto: Arquivo/Agência Brasil

Um dos temas discutidos durante a reunião por videoconferência do Comitê Metropolitano de Contingenciamento do Coronavírus na Baixada Santista,  na última terça-feira (12), foi o decreto presidencial publicado em edição extra do Diário Oficial da União, na segunda-feira (11). 

O documento incluiu salões de beleza, barbearias e academias de ginástica na lista de serviços essenciais, mas os prefeitos da região optaram por aguardar a manifestação do Ministério da Saúde regulamentando os serviços, como dispõe o decreto para definir a atividade nos municípios. 

A postura dos executivos municipais vai ao encontro a de outros líderes do país, que mantiveram estes estabelecimentos fechados para evitar o avanço do coronavírus, mantendo o isolamento social. 

O encontro online debateu também sobre a formalização ao Governo do Estado do pedido de ampliação do atendimento no Hospital Regional Jorge Rossmann, em Itanhaém. 

“Os prefeitos foram sensíveis com a questão da ampliação do Hospital que é referência às cidades do Litoral Sul (Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe)”, afirmou o prefeito de Itanhaém Marco Aurélio Gomes. “O último relatório enviado pelo Estado aponta que dos dez leitos de UTIs nenhum está disponível para a Covid-19, e dos 15 leitos de enfermaria, 14 estavam ocupados”.

Outro assunto conversado foi a ocupação de leitos de UTI na Região, que chega a 80%. Por isso, o Condesb se manifestou contrário à vinda de pacientes de outras regiões para ocupar os leitos metropolitanos porque existem outros municípios com taxas menores de ocupação de leitos.