Sai lixo entra academia ao ar livre em São Vicente

Espaço, junto ao viaduto Mário Covas, abrigará área de lazer e esportes no Parque Bitaru

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21 ABR 201501h57

Na tentativa de minimizar os impactos causados pelo descarte irregular de lixo na Cidade de São Vicente, a prefeitura irá construir embaixo do Viaduto Mário Covas, no Parque Bitaru, uma espécie de complexo esportivo. O ponto ganhará uma quadra de futebol, além de ter instaladas mesas para jogos de dominó, baralho e ping-pong.

A retirada de lixo e entulho, que teve início na última semana, está a cargo da Companhia de Desenvolvimento de São Vicente (Codesavi) e Terracom. Os mutirões são realizados diariamente pelas equipes da Gerência de Limpeza Urbana (GLU). Segundo o supervisor Josualdo Monteiro, nesta ação foram utilizados cinco caminhões para recolher os detritos. Também foi realizada a recuperação do piso de concreto e colocadas bases para instalação dos 11 aparelhos da academia ao ar livre, que será instalada pela Secretaria de Esportes, Turismo e Lazer (Sesportur).

Já a sinalização e pintura da quadra serão executadas pela Secretaria de Transportes (Setrans).

Trabalhadores da Codesavi realizam a limpeza da área (Foto: Divulgação/PMSV)

Academias ao ar livre

De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura, São Vicente conta com sete academias ao ar livre com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população realizando atividades físicas de maneira gratuita.

Instaladas em locais públicos, as academias são equipadas com inúmeros aparelhos nos quais há placas indicando a maneira correta de se fazer os exercícios e alongamento.

Já foram, segundo a prefeitura, contemplados vários pontos da Cidade: Praças Kotoku Iha, Parque Bitaru; Oswaldo Cruz, Parque São Vicente; Engenheiro Carlos Alfredo Hablitzel, Boa Vista; e Manoel Alves da Silva, Cidade Náutica; além do Centro Esportivo Beija-Flor (Rua Polydoro de Almeida Bittencourt, 233 - Vila Margarida) e o Parque Ecológico Voturuá (Rua Dona Anita Costa, s/nº - Voturuá). A mais nova, na Linha Amarela, no Catiapoã, ganhou cores e desenhos com o trabalho de grafiteiros do Programa Vias Vivas, da Secretaria de Cultura (Secult).