Cotidiano
A mudança integra o processo de unificação da identificação civil no país, previsto no Decreto nº 10.977/2022, que estabelece o CPF como número único nacional
Mesmo com a modernização dos documentos, a versão digital da CIN não substitui o documento físico em viagens internacionais / Foto de Cameron Casey/Pexels
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Brasileiros que planejam viajar para o exterior precisam redobrar a atenção à documentação. A Carteira de Identidade Nacional (CIN) passou a ser exigida para embarques internacionais, substituindo o modelo antigo do Registro Geral (RG) nesses casos.
A mudança integra o processo de unificação da identificação civil no país, previsto no Decreto nº 10.977/2022, que estabelece o CPF como número único nacional. Com isso, a CIN se torna o principal documento de identificação do cidadão brasileiro, inclusive para viagens fora do Brasil.
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Apesar da nova exigência para viagens internacionais, o RG tradicional segue válido em todo o território nacional até 2032, prazo final para substituição obrigatória.
Quem ainda não fez a troca pode utilizar normalmente o documento antigo para:
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Viagens dentro do Brasil
Atos civis
Identificação em órgãos públicos e privados
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A única exigência é que o documento esteja em bom estado de conservação e permita a identificação clara do titular.
Mesmo com a modernização dos documentos, a versão digital da CIN não substitui o documento físico em viagens internacionais, especialmente para países do Mercosul que aceitam carteira de identidade no lugar do passaporte.
Ou seja, quem pretende viajar deve portar obrigatoriamente a versão física da nova carteira.
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A primeira via da CIN é gratuita. O pedido pode ser feito pela plataforma Gov.br, desde que o cidadão possua conta nível prata ou ouro.
Após a solicitação online, pode ser necessário comparecer presencialmente para:
Coleta de foto
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Validação de dados
Conferência biométrica
O andamento do processo pode ser acompanhado por meio do protocolo digital gerado no sistema.
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Para evitar transtornos no embarque, especialistas recomendam verificar com antecedência se o documento está atualizado e dentro das novas exigências. A transição faz parte da modernização da identificação no Brasil — mas pode impactar quem deixar para checar a documentação apenas na hora da viagem.