O RG antigo continua válido por um período de transição, mas tem data para deixar de ser aceito / Marcello Casal Jr./Agência Brasil
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Após o anúncio de que a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) já pode ser solicitada gratuitamente e conta com versão digital, o Diário do Litoral alertou os leitores sobre o início da transição que marca o fim do tradicional RG em papel.
A mudança, que unifica o número do documento ao CPF, levanta dúvidas principalmente entre quem ainda não atualizou a identidade.
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O RG antigo continua válido por um período de transição, mas tem data para deixar de ser aceito. De acordo com o governo federal, os documentos emitidos antes da implementação da CIN poderão ser usados até 2032, respeitando prazos diferentes conforme a faixa etária do cidadão.
Após esse período, apenas a nova Carteira de Identidade Nacional será considerada válida em todo o território nacional.
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Embora não seja obrigatória de forma imediata, a substituição do RG antigo tende a se tornar necessária antes do prazo final. Isso porque diversos serviços públicos e privados já estão sendo adaptados para reconhecer exclusivamente a CIN, principalmente em processos que exigem maior segurança na identificação, como abertura de contas bancárias, acesso a benefícios sociais, viagens e concursos públicos.
Especialistas alertam que deixar a troca para os últimos anos pode resultar em filas, dificuldade de agendamento e atrasos, cenário comum em mudanças documentais de grande escala no país.
A nova Carteira de Identidade Nacional traz avanços importantes em relação ao modelo antigo. Com padrão único em todo o Brasil, a CIN elimina a possibilidade de uma mesma pessoa ter números diferentes de RG em cada estado.
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Além disso, o documento conta com QR Code para verificação de autenticidade, versão digital integrada ao aplicativo Gov.br e padrão internacional, que pode facilitar a identificação em viagens dentro do Mercosul.
Outro ponto que chama a atenção é que a primeira via da CIN é gratuita, tanto na versão física quanto na digital. Para solicitar, o cidadão precisa ter o CPF regularizado e realizar o agendamento no órgão responsável pela emissão em seu estado.