Cotidiano
Especialista explica como pausas na exposição ao sol, hidratação e produtos adequados podem salvar a sua pele, sem comprometer a famosa "marquinha"
A atriz Bruna Marquezine aparece em uma foto publicada no Instagram aproveitando um dia de praia. / Reprodução/Instagram
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Há menos de um mês para a chegada do verão, os litorais já recebem milhares de turistas fugindo do calor da estação. Contudo, entre mar e piscinas, a diversão às vezes pode apresentar riscos à saúde.
Por isso, se você vai aproveitar esse verão na praia ou tranquilamente na piscina, alguns cuidados são essenciais. De acordo com a dermatologista, Natalia Venturelli, para aqueles que pretendem passar o dia inteiro na praia, é essencial a combinação de proteção solar, hidratação e barreiras físicas.
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O protetor solar é um grande aliado nesses dias de alta exposição solar, mas às vezes pode acabar sendo um vilão. Isso acontece porque as pessoas acabam utilizando-o de maneira equivocada ou, talvez o mais importante, não o reaplicam ao longo do dia.
Segundo a doutora, para uma boa proteção é necessário o protetor ideal, com FPS 50 ou mais, e ele deve ser aplicado em quantidade generosa e reaplicado a cada duas horas, e sempre após entrar no mar.
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Outro ponto que talvez passe despercebido é a proteção física, que é um grande apoio para esses dias de verão.
"O uso de chapéus, roupas com proteção UV e óculos com filtro adequado faz muita diferença, porque a proteção física é sempre mais eficiente do que qualquer produto isolado", afirma a doutora.
Uma grande dúvida para quem planeja passar um dia sentado ao pé da areia em uma praia ou aproveitando o sol numa piscina é se existe um tempo ideal sem comprometer a pele.
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A resposta é que não existe um tempo seguro para a exposição solar, pelo menos um número universal. No geral, é indicado evitar o sol forte entre 10h e 16h, e lembrar que mesmo em horários considerados "mais amenos", a radiação UVA, responsável pelo envelhecimento e por parte do risco de câncer, continua presente.
Uma das respostas do corpo à exposição é a queimadura ou "vermelhidão", e por mais leve que seja, todas elas representam um dano celular.
"A vermelhidão já é uma resposta inflamatória da pele ao excesso de radiação. Isso aumenta o risco de manchas, envelhecimento precoce, perda de colágeno e, a longo prazo, câncer de pele", ressalta.
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Mesmo com toda exposição solar tendo um prejuízo à pele, existe uma maneira de conseguir aquela marquinha para o final de ano e manter uma pele bronzeada e hidratada.
Segundo Natália, a forma mais segura de se bronzear é o bronzeamento gradual e protegido, evitando longos períodos de exposição, especialmente nos horários de maior radiação, e sempre com FPS adequado.
"O autobronzeador segue sendo a alternativa mais segura para quem busca cor sem riscos", afirma. Outro fator é antes e depois de se bronzear hidratar a pele para reduzir inflamações e descamações.
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