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Cotidiano

PSDB representa Paulo Alexandre e Rominha de São Vicente

A informação é do presidente do Conselho Estadual de Ética e Fidelidade, Raul Christiano Sanches

Partido acredita que houve infidelidade partidária por terem apoiado Márcio França (PSB) / Rodrigo Montaldi/DL

A representação do PSDB-SP contra o prefeito de Santos Paulo Alexandre Barbosa por suposta infidelidade partidária seguiu para Brasília na última quarta-feira (22), acompanhada de parecer jurídico instruindo que ele infringiu normas e decisões partidárias. Isso ocorreu porque ele é membro do diretório nacional e cabe àquela instância decidir sobre o futuro dele no partido. O caso deve ser apreciado pelo Conselho Nacional de Ética e Fidelidade Partidária.

A informação é do presidente do Conselho Estadual de Ética e Fidelidade, Raul Christiano Sanches, que também adiantou que a Executiva Estadual deve avaliar, na próxima segunda-feira (26), situação semelhante do vereador vicentino Felipe Roma, o Rominha que, junto com o prefeito de Santos, apoiou Márcio França (PSB) ao governo estadual.

França foi derrotado pelo tucano por João Dória. Ambos podem ser expulsos do partido, conforme já adiantado pelo DL com exclusividade.   

Defesa

Procurado ontem, o prefeito Paulo Alexandre disse que não se manifestará. Rominha também não retornou à solicitação do Diário até às 19 horas, horário limite de fechamento da reportagem.

Vale lembrar que Paulo Alexandre está sendo questionado pelo próprio partido em função de declarações ao Jornal Folha de São Paulo.

No dia 9 de outubro, segundo informação veiculada na Rádio Bandeirantes, o candidato João Dória (PSDB) teria insinuado pedido de desfiliação dos apoiadores de França (PSB).

A rádio teria até mencionado a forte recepção que França teve na Prefeitura de Santos, no dia anterior, repleta de tucanos, ex-tucanos, socialistas, sindicalistas, vereadores e todo o secretariado santista.

Ao mesmo tempo, uma decisão unilateral do Diretório Municipal do PSDB de São Paulo (Capital) optou por pedir a expulsão de Alberto Goldman, ex-governador de São Paulo, o secretário estadual de Governo, Saulo de Castro, e mais 15 filiados por infidelidade partidária, mas o pedido foi revogado pela Executiva Nacional do PSDB.

 

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