A Justiça soltou nesta quinta-feira (21), após audiência de custódia, o professor de língua portuguesa e inglês acusado de armazenar pornografia infantil em Guarujá. Segundo a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), o valor estipulado foi de R$ 10 mil.
O TJ-SP não soube informar na noite desta quinta-feira (21) se foram impostas medidas cautelares.
Previsto no artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o crime de armazenar pornografia infantil tem pena de um a quatro anos de reclusão e é afiançável. O professor seguirá respondendo criminalmente.
Antes, os investigadores já tinham cumprido mandado de busca e apreensão na casa do professor, no Jardim Monteiro da Cruz, a poucas quadras da unidade de ensino, sendo recebidos pela avó dele.
Acompanhados de peritos do Instituto de Criminalística (IC), os policiais, sob o comando do delegado Luiz Ricardo de Lara Dias Júnior, titular da DIG, e do investigador-chefe, Paulo Carvalhal, apreenderam dois microcomputadores, um laptop, três HDs, três pendrives e o celular do acusado. Os arquivos contendo cenas de pedofilia estavam em um HD externo, segundo a polícia.
A perícia, segundo a polícia, continuará sendo realizada nos equipamentos apreendidos para que seja verificado se houve compartilhamento de arquivos contendo pornografia infantil.
Diretoria
A Secretaria de Estado da Educação afirmou que a Diretoria de Ensino de Santos está colaborando com a polícia nas investigações.
