Procon-SP firma termo de compromisso com Shopee

Parceria estabelece mais agilidade para que anúncios que desrespeitem a lei sejam removidos e reitera que, em caso de problemas, os consumidores sejam reembolsados

Compras online devem ser feitas com atenção para que cartão de crédito não se torne em dor de cabeça

Compras online devem ser feitas com atenção para que cartão de crédito não se torne em dor de cabeça | Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

O Procon-SP e a Shopee assinaram nesta quarta (22) um termo de colaboração com o objetivo de assegurar os direitos dos consumidores que utilizam os serviços da empresa. O compromisso voluntário garante agilidade para a remoção de anúncios que estejam em desacordo com a legislação e prevê canal de comunicação direto entre as instituições a fim de solucionar os problemas de consumidores que procuram o órgão de defesa para reclamar. Nesse semestre, foram registradas 1,2 mil queixas contra a empresa.

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“A assinatura deste termo de acordo demonstra interesse e disposição por parte da Shopee, que passará a atuar respeitando o Código de Defesa do Consumidor. O Procon-SP exigiu a venda com nota fiscal, proibiu a venda de produtos falsificados e contrabandeados, além de determinar que, no caso de não entrega dentro do prazo, o reembolso seja imediato”, explica o diretor executivo do Procon-SP, Fernando Capez.

O acordo determina que consumidores que se arrependerem, que não receberem o produto ou que receberem o produto com defeito sejam reembolsados através do programa “Garantia Shopee” — programa oferecido gratuitamente pela empresa.

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“A Shopee está empenhada em fornecer uma experiência de compra online segura e confiável para os brasileiros, sejam consumidores, pequenas empresas ou grandes marcas. Esperamos construir uma parceria produtiva com o Procon, focada em nossos objetivos comuns, a fim de manter um ecossistema seguro e acessível para todos”, afirma Luciana Hachmann, responsável por Relações Governamentais da Shopee Brasil.

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A empresa também se comprometeu a remover anúncios ilícitos a pedido do Procon-SP.

“O Procon-SP não vai admitir que nenhuma plataforma digital venha ao nosso país e desrespeite as regras. Já firmamos termos de acordo com a Shopee, Mercado Livre e Facily e as demais plataformas também estão convidadas a assinar”, avisa Capez.