Primeira-dama de São Vicente ganha novo cargo

A presidente do Fundo Social de Solidariedade, Valéria Rodrigues Lins da Silva, agora assessora o deputado Paulo Corrêa Júnior (PEN)

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01 ABR 201511h49

Valéria Rodrigues Lins da Silva, esposa do prefeito vicentino, Luis Cláudio Bili (PP), agora trabalha como assessora do deputado estadual Paulo Corrêa Júnior (PEN). Até o último dia 15, ela integrava a equipe do então deputado estadual Luciano Batista (PTB), não reeleito. Ela continua dividindo sua jornada com a presidência do Fundo Social de Solidariedade do Município.

Em 20 de fevereiro último, o Diário do Litoral publicou reportagem dando conta da possível incompatibilidade de horários da primeira dama para exercer a dupla atribuição no Fundo e na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) em função do excesso de trabalho e de responsabilidade de ambos os cargos.

A Reportagem confirmou a informação da mesma forma que da vez anterior: por intermédio das redes sociais e no próprio site da Alesp.

Valéria Lins sai do gabinete do ex-deputado Luciano Batista (PTB) e ingressa no do atual deputado Paulo Corrêa Júnior (PEN) (Foto: Matheus Tagé/DL)

Valéria Lins ocupa o mesmo cargo que ocupava antes com Luciano Batista: assessora especial parlamentar e recebe cerca de R$ 12 mil por mês de salário.

De forma contraditória, ontem (terça-feira), ela foi localizada pela Reportagem em São Paulo, no Gabinete do deputado, mas garantiu que, no Fundo, trabalha como voluntária, ou seja, sem salário, às segundas e terças-feiras. “As funções são perfeitamente compatíveis, porque não há horário fixo. Eu acompanho projetos do deputado no Vale do Ribeira. Gostaria que você (repórter) conhecesse meu trabalho lá no Fundo”, disse, como se estivesse surpresa com o questionamento.

Prefeitura

A Assessoria de Imprensa da Prefeitura, em nota, confirmou que a primeira dama continua dividindo a presidência do Fundo Social com sua jornada na Assembleia Legislativa. “Por se tratar de um trabalho voluntário, onde conta com uma equipe de apoio, não há rigidez de expediente”.