Cotidiano

Presidente Lula lamenta morte de Oscar Schmidt e exalta legado do ídolo

Em nota oficial, o chefe do Executivo destacou a obstinação do Mão Santa e lembrou a vitória histórica sobre os Estados Unidos no Pan de 1987

Luna Almeida

Publicado em 17/04/2026 às 19:09

Atualizado em 17/04/2026 às 19:58

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Lula lamentou a morte de Oscar Schmidt / Ricardo Stuckert/PR

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O falecimento de Oscar Schmidt nesta sexta-feira (17) mobilizou as principais autoridades do país e gerou uma manifestação oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em publicação nas redes sociais, o mandatário classificou o ex-jogador como o maior ídolo da história do basquete nacional e um dos maiores cestinhas de toda a modalidade.

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O presidente ressaltou que Schmidt foi um exemplo de talento e amor à camisa da Seleção Brasileira, unindo o país em torno das quadras por décadas com liderança e arremessos inesquecíveis.

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O presidente pontuou que a dedicação de Oscar elevou o nome do Brasil no exterior, transformando o atleta em uma inspiração para diversas gerações de esportistas.

Na nota, Lula manifestou solidariedade aos familiares, amigos e à vasta legião de fãs conquistada pelo ídolo ao longo de sua trajetória profissional.

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O Mão Santa, que enfrentava um tumor cerebral há mais de 15 anos, faleceu aos 68 anos em Santana de Parnaíba após um mal-estar.

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Ouro em Indianápolis e recordes olímpicos

Na homenagem publicada, o presidente fez questão de recordar o momento mais simbólico da carreira de Oscar com a camisa verde e amarela. Ele citou a histórica final dos Jogos Pan-Americanos de 1987, realizada em Indianápolis, onde o Brasil venceu os Estados Unidos por 120 a 115.

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A vitória foi marcante por representar a primeira vez que os norte-americanos foram derrotados em casa na história da competição, um feito liderado pela pontuação agressiva e precisa de Schmidt.

A nota oficial também destacou a longevidade e o impacto estatístico do atleta em nível global.

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Lula lembrou que Oscar participou de cinco edições das Olimpíadas, consolidando-se como o maior pontuador da história dos Jogos, com 1.093 pontos acumulados.

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Outro feito mencionado foi a conquista da medalha de bronze no Mundial de 1978, nas Filipinas, logo no início da trajetória de Schmidt pela equipe principal, quando ele tinha apenas 20 anos.

Nota oficial

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Veja a nota oficial publicada por Lula na íntegra:

"Oscar Schmidt, o “Mão Santa”, foi o maior ídolo da história do basquete brasileiro e um dos maiores cestinhas da modalidade. Exemplo de obstinação, talento e de amor à camisa da Seleção.

Ao longo de décadas, uniu o país em torno das quadras, com arremessos inesquecíveis e liderança indiscutível. Disputou cinco Olimpíadas e se tornou o maior pontuador da história dos Jogos. 

Pela seleção, o momento mais simbólico ocorreu na final dos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, quando conduziu o Brasil na vitória por 120 x 115 sobre os Estados Unidos, a primeira derrota dos norte-americanos em casa na história da competição. Oscar também conquistou o bronze no Mundial de 1978, disputado nas Filipinas.

Sua dedicação elevou o nome do pais e fez dele inspiração para gerações de atletas e amantes do esporte

Neste momento de pesar, deixo minha solidariedade à família, aos amigos e à legião de fãs que ele conquistou no esporte."

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