Prefeitos da Região comentam suspensão de pedágio durante reunião do Condesb

Desde o anúncio dos pedágios, a União dos Vereadores da Baixada Santista realizou pressão contra a instalação

Os três prefeitos presentes na reunião do Condesb comentaram a decisão do governador Geraldo Alckmin (PSDB) de suspender a implantação de duas praças de pedágio na Rodovia Padre Manoel da Nóbrega, que liga a Baixada Santista e Litoral Sul ao Vale do Ribeira.

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O anúncio foi feito na segunda-feira após reunião no Palácio dos Bandeirantes. Os pedágios seriam instalados na altura de Praia Grande e Itariri.

“Foi uma vitória muito importante. Nós apresentamos os argumentos da Baixada Santista ao governador Geraldo Alckmin, que reavaliou essa decisão para que nós possamos aprofundar os estudos”, disse o prefeito de Santos Paulo Alexandre Barbosa (PSDB).

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O chefe do Executivo santista destacou a importância da duplicação da rodovia, mas ressaltou a necessidade de aprofundar a discussão sobre o tema.

“Sabemos que a ampliação da Padre Manoel da Nóbrega é importante para o desenvolvimento econômico da região, mas é importante que a gente possa aprofundar essa discussão com a participação dos prefeitos. Nesse momento, a instalação das praças de pedágio estão suspensas, de acordo com esse diálogo que nós mantivemos com o governador.” 

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Para o prefeito de Itanhaém, Marco Aurélio Gomes (PSDB), Alckmin demonstrou sensibilidade com o tema e disse que é necessário que se faça uma discussão sobre o formato de concessão da rodovia. 

Gomes também comentou sobre as intervenções que seriam necessárias para que Itanhaém não sofresse grandes impactos com a duplicação da rodovia.

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“No caso de Itanhaém, que é cortada pela rodovia, a ideia seria, a partir de agora, realizar novos estudos entendendo uma forma de isolar a rodovia do convívio urbano, aplicação de recursos nas marginais e passagens de nível através da concessão”. 

Para Mauro Orlandini (DEM), o governador demonstrou respeito para com a Baixada Santista.

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“A partir do momento que o governador paralisa esse assunto e quer ouvir, discutir, elaborar, quer a participação dos prefeitos e da comunidade. É a sinalização de respeito com a nossa região. É um assunto que tem que ser discutido”, finalizou Orlandini.