Cotidiano
Se você ou alguém que você conhece está passando por sofrimento emocional, confira o guia de onde encontrar ajuda especializada na cidade
Durante o Janeiro Branco, a Prefeitura de São Vicente reforça que a rede de apoio à saúde mental é permanente e gratuita / Divulgação/PMSV
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Cuidar da mente é tão importante quanto cuidar do corpo, e o início do ano é o momento ideal para essa 'folha em branco'. Durante o Janeiro Branco, a Prefeitura de São Vicente reforça que a rede de apoio à saúde mental é permanente e gratuita, oferecendo desde terapia para gestantes até acolhimento para casos graves.
Se você ou alguém que você conhece está passando por sofrimento emocional, confira o guia de onde encontrar ajuda especializada na cidade:
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Os CAPS são a porta de entrada para o atendimento especializado e funcionam por demanda espontânea (é só chegar).
Para Adultos: Unidades na Vila São Jorge (CAPS III Mater), Vila Margarida (Domingos Stamato) e Jardim Rio Branco (Área Continental).
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Crianças e Adolescentes: Atendimento especializado no Jardim Guaçu.
Álcool e Drogas: Apoio para dependência química na unidade CAPS II AD, na Vila Margarida.
O Fundo Social de Solidariedade oferece projetos acolhedores para diferentes fases da maternidade:
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Acolhe Mãe: Psicólogos gratuitos para gestantes nas UBSs.
Mães Atípicas: Grupo de apoio focado em quem cuida de crianças com deficiência ou neurodivergentes.
Puerpério: Encontros semanais para lidar com as transformações do pós-parto.
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A Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania (SEDHC) foca no acolhimento de populações específicas:
Ambulatório Transexualizador: Acompanhamento psicológico dedicado a pessoas trans e travestis.
Escuta Especializada: Proteção e apoio para crianças, adolescentes e mulheres vítimas de violência.
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Onde agendar: Rua José Bonifácio, 404, 1º andar (Centro).
Através da Seduc, alunos, famílias e até professores contam com o Núcleo de Psicologia Escolar. O objetivo é criar uma cultura de paz e oferecer suporte emocional dentro do ambiente de ensino.
Lembre-se: Prevenir é melhor do que remediar. 'O olhar voltado para si auxilia no reconhecimento precoce dos sinais de sofrimento e fortalece a autoestima', explica a psicóloga Alessandra Almeida.
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