Diante do cenário de conflito entre Michelle Bolsonaro (PL) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), Eduardo Torres, irmão da ex-primeira-dama, saiu em defesa dela ao declarar que a irmã “falou pouco diante de tudo”.
Por meio de uma publicação no Instagram, Torres afirmou que ela decidiu gravar o vídeo por não suportar mais “tamanha injustiça”. Veja a postagem abaixo:
Confusão nas redes
Após a publicação do vídeo nas redes sociais, internautas reagiram com comentários acusando Michelle de “falta de maturidade política”. Eles ainda afirmaram que a sua atitude poderia prejudicar a direita, além de “entregar a eleição para o PT”.
Torres declarou que Michelle “de fato perdoou” as investidas de Flávio e defendeu a postura da ex-primeira-dama. Ele disse que ela não é obrigada “a andar com quem quer que seja, muito menos com aqueles que lhe desejam o mal nos bastidores”.
Ainda na internet, Michelle revelou por meio de seus stories que “não tem raiva de ninguém” e que os vídeos divulgados por ela na última quarta-feira (24) serviram para esclarecer “uma situação que estava sendo deturpada”.
O que aconteceu?
Na última quarta-feira (24), Michelle divulgou um vídeo nas redes sociais afirmando que Flávio Bolsonaro a maltratou e a humilhou durante uma conversa por telefone. O caso aconteceu em novembro de 2025. Ela descreveu o episódio como uma “punhalada”.
O desentendimento começou após Michelle criticar publicamente a aliança do PL do Ceará com Ciro Gomes, pré-candidato ao governo do estado. Naquela região, a ex-primeira-dama declarou apoio à pré-candidatura do senador Eduardo Girão (Novo). Veja o vídeo abaixo:
Diante da repercussão negativa, Flávio publicou um pedido de desculpas nas redes sociais e afirmou que não teve a intenção de ofender a madrasta.
Quem é Eduardo Torres
Irmão de criação de Michelle, Eduardo Torres é visto como bastante próximo dela e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Além disso, ele chegou a ser assessor especial do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.
Torres foi responsável também pela interlocução com a Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) e também atuava como ponte entre o governador e a família Bolsonaro.
*Com informações do Uol








