Após o Diário do Litoral noticiar a regularização da estrada de acesso ao Poço das Antas, medida que permitirá melhorias e mais segurança para visitantes, o jornal relembra as regras de acesso e permanência no parque, estabelecidas pela Prefeitura de Mongaguá para evitar a degradação ambiental do local.
As normas estão previstas no decreto nº 7.972/2025 e determinam restrições ao que pode ser levado ao parque, além de multas elevadas para quem descumprir as determinações.
O que não pode entrar no parque
De acordo com o decreto municipal, é proibida a entrada no Poço das Antas com:
- bebidas alcoólicas ou não alcoólicas;
- garrafas, copos e embalagens de vidro;
- alimentos de qualquer natureza;
- objetos cortantes, perfurantes ou perigosos;
- materiais descartáveis;
- coolers, caixas térmicas, isopores ou recipientes para transporte ou manutenção térmica.
A medida busca preservar a área de Mata Atlântica, que recebe grande fluxo de visitantes, especialmente durante o verão.
Multas previstas
O descumprimento das regras pode resultar em sanções previstas no Código Tributário Municipal, com valores que variam conforme a infração:
- R$ 2.305,20 por descumprimento das regras de acesso e permanência;
- R$ 2.689,40 por atividades não autorizadas ou violação de normas de higiene e segurança;
- R$ 3.457,80 por embaraço à fiscalização.
Itens apreendidos poderão ser doados ao Fundo Social de Solidariedade, caso não sejam retirados pelos responsáveis. Produtos perecíveis devem ser recolhidos em até 24 horas.
Atrativo turístico
O Poço das Antas, oficialmente chamado de Parque Turístico Umberto Salomone, é um dos principais atrativos de Mongaguá. O espaço conta com trilhas, cachoeiras e piscina natural, além de infraestrutura para receber visitantes.
Durante o verão, o parque funciona diariamente, das 8h30 às 18h, com ingresso a R$ 15. Estudantes e idosos acima de 65 anos pagam R$ 7,50, e crianças até 7 anos têm entrada gratuita. O estacionamento custa R$ 40 para carros e R$ 20 para motos.
