Cotidiano

PM acusado de matar o dançarino DG ganha habeas corpus

A decisão foi do desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto, da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio

Pedro Henrique Fonseca

Publicado em 26/05/2015 às 19:59

Compartilhe:

Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Facebook Compartilhe no Twitter Compartilhe por E-mail

Continua depois da publicidade

O soldado Walter Saldanha Correa Júnior, que cumpria prisão preventiva desde 10 de abril pela acusação de ter matado Douglas Rafael da Silva Pereira, o DG, dançarino do programa "Esquenta", da TV Globo, obteve nesta terça-feira, 26, um habeas corpus para deixar a prisão.

Faça parte do grupo do Diário no WhatsApp e Telegram.
Mantenha-se bem informado.

A decisão foi do desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto, da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio. O policial militar está detido no Batalhão Especial Prisional (BEP), em Benfica (zona norte do Rio), e não havia deixado a prisão até as 19 horas desta terça.

Continua depois da publicidade

Leia Também

• Professores em greve admitem pela 1ª vez queda da adesão em SP

• País registra redução de 27% de casos de dengue

• Quatro bilhões de pessoas ainda não têm acesso à internet

No pedido de habeas corpus, os advogados do policial afirmaram que, segundo a perícia, nenhuma das munições recolhidas no local do crime pertencia à arma do PM. Além disso, segundo eles, não houve fundamento para a prisão decretada em abril.

DG morreu baleado em 22 de abril de 2014 na favela Pavão-Pavãozinho, em Ipanema, na zona sul do Rio, onde foi criado. Naquele dia houve uma ação policial e o dançarino teria sido confundido com um traficante. Ele trabalhou durante quatro anos como dançarino do programa apresentado por Regina Casé na TV Globo.

Continua depois da publicidade

Conteúdos Recomendados

©2026 Diário do Litoral. Todos os Direitos Reservados.

Software