Cotidiano

Pista maior que Congonhas e R$ 500 milhões: Os segredos da 'Orlando Brasileira' para virar potência

Com novo aeroporto internacional e a participação do Mirassol na Libertadores, região aposta no turismo estrangeiro para impulsionar a economia

Ana Clara Durazzo

Publicado em 16/03/2026 às 12:45

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A meta é clara: transformar o atual 1% de turistas estrangeiros em uma fatia robusta do faturamento local até o final de 2026 / Imagem gerada por IA

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O Noroeste Paulista está prestes a romper as fronteiras nacionais. Com um investimento federal de R$ 500 milhões para um aeroporto internacional e a chegada da Copa Libertadores a uma cidade de apenas 65 mil habitantes, a região se prepara para uma invasão de turistas estrangeiros e um salto econômico sem precedentes.

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Olímpia: A 'Flórida Paulista' quer o mundo

Com mais de 4 milhões de visitantes apenas em 2025, Olímpia já é um fenômeno. Conhecida como a "Orlando brasileira" devido ao gigante Thermas dos Laranjais, a cidade agora quer facilitar a chegada de quem vem de fora.

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O novo aeroporto internacional de Olímpia terá uma pista de 2.100 metros — maior que a de Congonhas (SP) — e capacidade para 1 milhão de passageiros por ano. A meta é clara: transformar o atual 1% de turistas estrangeiros em uma fatia robusta do faturamento local até o final de 2026.

O 'Efeito Libertadores' em Mirassol

Enquanto Olímpia foca nos parques, a vizinha Mirassol se prepara para o barulho das torcidas sul-americanas. A participação inédita do Mirassol FC na Libertadores colocou a cidade na rota do continente.

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  • Preparação: Hotéis e bares tradicionais, como o icônico bar em frente ao estádio 'Maião', já recrutam netos e funcionários bilíngues para receber torcedores argentinos, uruguaios e colombianos.

  • Impacto: A economia local, antes baseada no comércio regional, agora se organiza para o câmbio em dólar e peso.

O que muda para o viajante?

A conclusão das obras do aeroporto e o calendário da Conmebol prometem mudar o perfil do Noroeste Paulista:

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  1. Logística: Voos diretos devem reduzir o tempo de viagem para quem vinha de outros estados e países.

  2. Hotelaria: Profissionais do setor já correm para aprender novos idiomas e elevar o padrão de atendimento.

  3. Carga e Economia: Além de passageiros, a pista robusta permitirá o escoamento de cargas, atraindo novas empresas para a região.

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