Peixes queridinhos da dieta podem ser uma bomba de veneno, aponta estudo

Um estudo da Agência de Segurança Alimentar da Espanha (Aesan) analisou dezenas de peixes e frutos-do-mar em diversos tipos de conservação

Atualmente, os animais marinhos representam uma importante fonte de proteína na dieta de muitas pessoas

Atualmente, os animais marinhos representam uma importante fonte de proteína na dieta de muitas pessoas | Pexels

Um estudo da Agência de Segurança Alimentar da Espanha (Aesan) analisou dezenas de peixes e frutos-do-mar em diversos tipos de conservação. Os resultados confirmaram a presença de mercúrio em espécies bastante consumidas pela população mundial.

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Atualmente, os animais marinhos representam uma importante fonte de proteína na dieta de muitas pessoas. Afinal, os peixes oferecem nutrientes valiosos, como o ômega 3.

Veja também que o Brasil bateu um recorde histórico de exportação com peixe nativo de água doce.

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Estudo

O levantamento identificou um padrão significativo de contaminação por mercúrio.

Segundo os especialistas, peixes predadores, de grande porte, com vida longa e que ocupam posições mais altas na cadeia alimentar, são os mais propensos a acumular o metal pesado.

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O processo é cumulativo: esses animais incorporam o mercúrio ao corpo ao se alimentarem de organismos menores já contaminados.

Entre as espécies com maior concentração estão: Atum fresco (especialmente o vermelho), Peixe-espada (ou espadarte), Cação (tubarão), Tintureira (tubarão-azul), Cherne, Garoupa e Maruca

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Perigo

O mercúrio é uma substância química altamente tóxica para a maioria dos seres vivos.

Mesmo em doses pequenas, pode causar danos severos ao organismo, afetando o sistema neurológico, cardiovascular e imunológico.