Caminhoneiros autônomos, taxistas, mototaxistas e motofretistas e motoristas de aplicativo podem se beneficiar com nova lei / Divulgação/Sem Parar
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Motoristas autônomos que trabalham com transporte de cargas ou passageiros podem deixar de pagar pedágio nas rodovias brasileiras. É o que prevê o Projeto de Lei 7026/25, que está em análise na Câmara dos Deputados e ainda precisa avançar no Congresso Nacional antes de virar lei.
A proposta estabelece isenção da tarifa para profissionais que utilizam o veÃculo exclusivamente para atividade remunerada, como caminhoneiros, taxistas, mototaxistas, motofretistas e motoristas de aplicativo.
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O texto inclui as seguintes categorias:
Seria um alÃvio para os motoristas autônomos que precisam passar pelo pedágio mais caro do Brasil, que em breve deixará de existir com mudança nos dois sentidos da Imigrantes.
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No caso dos motoristas de app, o enquadramento está previsto dentro da categoria de autônomos, mas ainda pode passar por ajustes ao longo da tramitação do projeto.
Proposta estabelece isenção da tarifa para profissionais que utilizam o veÃculo exclusivamente para atividade remunerada (Divulgação)Para ter acesso ao benefÃcio, o motorista precisará comprovar que exerce atividade profissional no transporte remunerado.
O controle deve ser feito por meio de tecnologias como tags eletrônicas, QR Codes ou sistemas semelhantes, permitindo a identificação automática nas praças de pedágio.
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A isenção será válida apenas durante o exercÃcio da atividade. Ou seja, o uso pessoal do veÃculo não estará coberto pela gratuidade.
Há algumas semanas, os caminhoneiros se mobilizaram para entrar em greve, pressionaram o Governo e acabaram voltando atrás após algumas medidas anunciadas.
O projeto também prevê critérios rÃgidos para evitar fraudes. O motorista deverá se credenciar previamente em um órgão competente e comprovar sua atuação profissional.
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Caso haja uso indevido — como tentar utilizar a isenção fora do trabalho — o condutor poderá sofrer penalidades, incluindo:
Para evitar prejuÃzos à s concessionárias responsáveis pelas rodovias, o texto determina que a União crie mecanismos de compensação financeira. A medida busca manter o equilÃbrio dos contratos e garantir a continuidade dos serviços de manutenção e operação das estradas.
Por enquanto, a proposta segue em tramitação e pode sofrer alterações antes de uma eventual aprovação. Se passar pelo Congresso e for sancionada, a medida pode mudar significativamente a rotina de milhares de profissionais que dependem das rodovias para trabalhar.
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