Cotidiano

Parte dos trabalhadores da limpeza urbana deve retornar ao trabalho; entenda

Justiça determina que 70% do efetivo da Terracom volte ao trabalho; assembleia acontece na manhã desta terça-feira (17)

Luana Fernandes Domingos

Publicado em 17/03/2026 às 06:00

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Nova assembleia nesta terça deve decidir futuro da paralisação / Reprodução/Instagram

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Exatamente neste momento, às 6h, os colaboradores responsáveis pela limpeza urbana de seis municípios da Baixada Santista decidem sobre o futuro da paralisação a partir desta terça-feira (17).

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A Justiça determinou que 70% do efetivo retorne aos postos de trabalho caso a greve seja mantida, para garantir que a população não seja prejudicada com a falta de serviços essenciais. A informação é do perfil Desenrola Santos.

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Além disso ficou decidido que o grupo Terracom Construções terá que indicar os critérios utilizados para o pagamento do Programa de Participação de Resultados (PPR) em até 48 horas.

Estes documentos devem ser analisados pelo sindicato até a próxima assembleia, marcada para o próximo dia 20.

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Com apenas um dia de greve, a população e as prefeituras das seis cidades atingidas sentiram o efeito da paralisação dos serviços: sacos de lixo permanecem em frente às moradias.

Funcionários pedem transparência 

Os funcionários da limpeza urbana de seis cidades da Baixada Santista começaram o dia útil desta segunda (16) de braços cruzados. Afetando diretamente a coleta de lixo, colaboradores da empresa Terracom Construções exigem mais transparência nos valores pagos no PPR, referente ao ano-base de 2025.

Em resposta, a empresa ingressou com medida judicial no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região para contestar a paralisação de trabalhadores da limpeza urbana.

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Em nota, a empresa aponta que a paralisação foi considerada “ilegítima”, pois, na avaliação do grupo, não atenderia aos requisitos estabelecidos pela Lei de Greve nº 7.783/1989 para interrupção de serviços essenciais, como a comunicação prévia e a garantia de manutenção das atividades indispensáveis à população.

O Siemaco Baixada Santista defendeu: “Classificar o movimento como ‘ilegitimo’ ignora o direito constitucional de organização sindical e mobilização dos trabalhadores. A categoria presta um serviço essencial à saúde pública e ao bem-estar da população da Baixada Santista”, conclui.

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