Forno Elétrico, Air Fryer ou Micro-ondas? Descubra qual aparelho é o campeão da economia na cozinha

Mesmo usado por pouco tempo, aparelho comum na cozinha exige alta potência e pode surpreender no gasto mensal

Não é necessário tirar o forno elétrico da sua rotina, mas sim utilizá-lo com intencionalidade

Não é necessário tirar o forno elétrico da sua rotina, mas sim utilizá-lo com intencionalidade

O forno elétrico tornou-se o braço direito de quem busca cozinhar em casa com rapidez e praticidade. No entanto, por trás dessa facilidade, há um consumo de energia frequentemente subestimado, que pode causar um impacto considerável na conta de luz ao final do mês.

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Muitas vezes “invisível”, o aparelho é um dos mais vorazes entre os eletrodomésticos. Sua potência pode variar entre 2 e 5 mil watts, dependendo do modelo, o que é significativamente maior do que a média de outros aparelhos. Na prática, isso significa um consumo de 40 a 90 kWh/mês, variando conforme a frequência de uso.

O forno elétrico serve para assar, grelhar, gratinar e aquecer alimentos de forma uniforme e precisa. Porém, substitutos podem realizar a mesma função usando menor quantidade de energia.

A air fryer, por exemplo, serve para assar, fritar, tostar e reaquecer alimentos usando ar quente em alta velocidade, com potência que varia entre  1400W e 2000W. Já o micro-ondas utiliza radiação não ionizante para aquecer alimentos de dentro para fora., com potência que varia entre 600W e 1500W.

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Em resumo, os três são opções viáveis para esquentar alimentos de forma rápida, porém

O impacto no cotidiano

O custo real depende da potência, do tempo e da frequência de uso. Um forno de 3.000W consome 3 kWh em apenas uma hora de funcionamento. Já o air fryer de 8L a 12L consome, frequentemente, entre 1800W e 2000W. Se utilizado diariamente, esses eletrodomésticos podem representar uma parcela desproporcional do consumo total da residência.

Além disso, há o consumo em modo de espera (standby). Mesmo desligado, o forno continua consumindo energia para manter relógios digitais e painéis eletrônicos acesos. Embora pareça pouco, esse gasto “invisível” acumula-se ao longo do ano, somando-se ao de outros aparelhos.

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Como os dois tem alto gasto energético, o ideal é considerar o tamanho da família e o tipo de preparo: a air fryer é ideal para porções pequenas e alimentos crocantes sem óleo. O forno elétrico é melhor para assar grandes quantidades, pizzas, bolos e carnes assadas, oferecendo mais espaço e assando por igual.

O grande diferencial do microondas é a agilidade no dia a dia, sendo ideal para esquentar marmitas, leite e descongelar alimentos em minutos.

Como usar de forma consciente

A boa notícia é que o uso desses eletrodomésticos não precisa ser um problema, desde que seja feito de forma consciente. Algumas ações simples ajudam a otimizar a eficiência:

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  • Cozimento em lote: Aproveite o forno aquecido para cozinhar mais de um prato simultaneamente.
  • Mantenha a porta fechada: Evite abrir a porta constantemente; cada vez que você abre, o calor escapa e o aparelho gasta mais energia para recuperar a temperatura.
  • Aproveite o calor residual: Desligue o eletrodoméstico alguns minutos antes do tempo previsto e deixe que o calor acumulado finalize o cozimento.
  • Desconecte da tomada: Se o aparelho não for usado com frequência, retire-o da tomada para evitar o consumo do modo standby.
  • Limpeza em dia: Manter o aparelho limpo melhora a reflexão do calor e garante maior eficiência térmica.

O equilíbrio é fundamental

Os três aparelhos tem seus beneficios e seus maleficios, devendo ser escolhidos de acordo com a intencionalidade. Os eletrodomésticos ainda são ferramentas eficientes e práticas, especialmente para preparos específicos. No fim das contas, são as pequenas mudanças de hábito que garantem o alívio no bolso sem abrir mão do conforto na cozinha.