Obra em piscina do Centro Esportivo de Cubatão está atrasada há um ano

Moradores do Jardim Casqueiro estão preocupados com a proliferação de larvas do mosquito da dengue no local

Os moradores do Jardim Casqueiro, em Cubatão, estão preocupados com a situação da piscina do Centro Esportivo Armando Cunha. A denúncia encaminhada ao Diário do Litoral é sobre a falta de manutenção do espaço e os riscos de proliferação do mosquito da dengue. A área está em obras desde fevereiro de 2014 e já devia estar pronta há um ano.

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A Reportagem do DL encontrou a piscina cheia e suja, conforme é possível ver na foto. Após o contato com a Prefeitura sobre a denúncia, o equipamento foi esvaziado, mas não o suficiente para evitar a proliferação de insetos, já que poças de água continuam a se formar.

Parte do centro esportivo do bairro foi reformada e entregue à população em junho deste ano. No entanto, a área da piscina — que faz parte da segunda fase do projeto — ficou por fazer. O prazo para entrega da obra era de 300 dias, encerrado no final de 2014.

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Com a chegada do verão, a proliferação de larvas do mosquito Aedes aegypti pode gerar problemas para a vizinhança. “Se não vão entregar a obra, pelo menos, podiam limpar as piscinas, tampá-las ou fazer qualquer coisa que evite um surto de dengue por aqui”, reclama morador vizinho ao equipamento.

Segundo a Prefeitura, a segunda etapa da obra, que prevê a cobertura da piscina, foi paralisada porque a empresa responsável solicitou a rescisão contratual com a Administração Municipal. Informou ainda que, diante da quebra de contrato por parte da empreiteira responsável pela reforma do Centro Esportivo Armando Cunha, irá assumir os serviços para a conclusão da segunda etapa da obra. “Enquanto se aguarda a retomada da reforma, a Prefeitura promoveu a completa limpeza do local, com retirada de entulho e restos de obra e esvaziou as piscinas para evitar proliferação de insetos”, completa.

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A Administração ainda salienta que o poliesportivo está passando por sua primeira reforma após 35 anos de funcionamento. “Toda a estrutura esportiva e administrativa, como salão de ginástica, vestiários e ginásios coberto e descoberto, foi remodelada e entregue à população em 3 de junho deste ano. O custo total da reforma é estimado em R$ 2,3 milhões, sendo que 85% destes recursos provêm de convênio com a Agência Metropolitana da Baixada Santista (Agem) e o restante, dos cofres municipais”.