A prática consiste em ficar longe de telas por pelo menos uma hora antes de dormir, e pode trazer impactos perceptíveis em poucos dias / ImageFX
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Em meio a uma rotina acelerada e cada vez mais conectada, um hábito simples vem ganhando força como promessa de transformação rápida: a desconexão digital noturna.
A prática consiste em ficar longe de telas por pelo menos uma hora antes de dormir, e pode trazer impactos perceptíveis em poucos dias — incluindo mais disposição física, melhora do humor e até 'brilho no olhar'.
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O motivo está no funcionamento biológico do corpo: ao reduzir o contato com celulares, tablets e televisores antes do repouso, o organismo consegue regular os ciclos naturais do sono sem a interferência da luz azul, considerada prejudicial para o descanso profundo.
Na prática, a mudança funciona como um detox mental: menos estímulo, mais silêncio e um sistema nervoso preparado para realmente desligar.
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Segundo os defensores da estratégia, o excesso de estímulos visuais e de informação durante a noite mantém o cérebro em estado de alerta — mesmo quando o corpo já está cansado. Isso dificulta o relaxamento e impede a recuperação total das energias, além de aumentar a ansiedade e favorecer quadros de insônia.
A desconexão digital, por outro lado, cria uma pausa estratégica: a mente consegue processar o dia com mais tranquilidade, sem ruídos externos e sem 'bombardeio' de conteúdos.
Além disso, o corpo depende da escuridão para acionar mecanismos essenciais de regeneração, ativando processos ligados à saúde física e emocional.
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Outro ponto que reforça o método é a saúde ocular. Telas de LED emitem radiação luminosa que cansa os músculos dos olhos, reduz a lubrificação natural e exige foco constante em letras pequenas, vídeos rápidos e rolagem infinita.
O resultado aparece no espelho:
sensação de peso nos olhos
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dores de cabeça
aparência cansada
olheiras mais visíveis
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olhar 'apagado', mesmo após dormir muitas horas
Segundo relatos associados à prática, o descanso real da visão só ocorre quando a pessoa elimina fontes de luz artificial e permite o relaxamento total das pupilas.
Quem adota a desconexão digital noturna costuma apontar melhorias rápidas, principalmente na primeira semana. O impacto imediato mais relatado é a facilidade para adormecer e a diminuição das interrupções durante a noite.
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Com o sono mais profundo, outras mudanças começam a aparecer:
melhora do humor ao acordar
aumento da clareza mental pela manhã
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mais energia física ao longo do dia
redução de olheiras e fadiga
pele com aspecto mais descansado
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maior controle sobre o tempo e menos ansiedade
A explicação é biológica: durante o escuro, o organismo realiza processos de recuperação com mais eficiência, como síntese proteica e 'limpeza' de toxinas.
A recomendação é substituir o hábito de rolar a tela por atividades que 'desliguem' o cérebro gradualmente — mas sem estímulos acelerados.
Algumas opções indicadas:
leitura leve
meditação ou respiração guiada
música calma
alongamento
rotina de autocuidado (banho quente, skincare simples)
Um exemplo citado é o conteúdo divulgado pela criadora Karine Calligaris, no TikTok, que mostra como um ajuste simples no pré-sono pode impactar diretamente a disposição no dia seguinte.
A parte mais difícil da mudança costuma ser o início: o impulso automático de pegar o celular na cama. Por isso, a estratégia envolve pequenas adaptações de ambiente e comportamento.
Entre as principais dicas:
deixar o celular em outro cômodo
usar um despertador tradicional
diminuir luzes e criar clima de descanso
investir em entretenimento analógico
envolver família ou parceiro no desafio
comemorar pequenas vitórias (como acordar mais disposto)
Com consistência, a prática se torna natural — e os benefícios tendem a se manter.