O Brasil e oO mundo não esqueceram o dia 23 de outubro de 1906, data do primeiro voo público do famoso 14-bis / Reprodução/Internet
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Poucos nomes são tão cultuados na história do Brasil quanto o de Santos Dumont. No entanto, sua morte não foi simples e acabou ganhando status de tragédia.
Nos livros, nas pesquisas na internet e no conhecimento popular, ele ficou conhecido como o “pai da aviação”, justamente por ser o responsável pela criação do avião.
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O Brasil e o mundo não esqueceram o dia 23 de outubro de 1906, data do primeiro voo público do famoso 14-bis.
No território brasileiro, a data também é celebrada como o Dia do Aviador e o Dia da Força Aérea Brasileira.
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Além do avião, outras criações de Santos Dumont incluem balões dirigíveis, o avião Demoiselle, relógio de pulso para pilotos e técnicas de voo livre sem catapultas.
Apesar do grande sucesso de suas invenções, o final da vida de Santos Dumont foi conturbado.
O inventor brasileiro foi vítima de esclerose lateral amiotrófica (ELA), mas ainda participou de eventos em prol da aviação.
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Em 1915, durante a Primeira Guerra Mundial, Santos Dumont entrou em depressão ao ver o uso de aviões no campo de batalha. Vivendo na França, ele decidiu se afastar da Europa e retornar ao Brasil.
Sua residência se tornou um museu, preservando tradições francesas e mantendo ligações com a história da aviação mundial.
De acordo com registros da época, Santos Dumont tirou a própria vida em 1932. Seus últimos momentos ocorreram no Hotel La Plage, localizado no Guarujá.
Segundo investigações, a decisão foi motivada pelo sofrimento de ver suas criações sendo usadas para a guerra e a morte.
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