Nova subvariante da covid reacende alerta para vacinação também em Santos

De acordo com o Ministério da Saúde, não é necessário o retorno do uso de máscaras e a imunização segue sendo a melhor proteção

A vacina continua sendo a grande aliada no combate à covid-19

A vacina continua sendo a grande aliada no combate à covid-19 | Reprodução/Prefeitura de Santos

Com a chegada ao Brasil da nova subvariante da cepa Ômicron da covid-19, Éris, que chama atenção da OMS por ter uma alta capacidade de transmissão, a vacinação se torna cada vez mais importante. De acordo com o Ministério da Saúde, não é necessário o retorno do uso de máscaras e a imunização segue sendo a melhor proteção contra a doença.

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“Estamos com uma cobertura da vacina bivalente contra a covid-19 baixa, não chega a 30% da população acima de 18 anos que já poderia garantir essa dose e ficar mais protegida dessa variante. É muito importante manter a vacinação em dia para evitar casos graves e óbitos”, afirma Ana Paula Valeiras, chefe do Departamento de Vigilância em Saúde.

PÚBLICO-ALVO

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As vacinas de rotina que fazem parte do calendário nacional de imunização são oferecidas de acordo com a idade. A lista dos imunizantes disponíveis pode ser conferida no site do Ministério da Saúde.

GRIPE

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A partir dos 6 meses

COVID-19

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PRIMEIRA DOSE
A partir dos seis meses

SEGUNDA DOSE
Qualquer pessoa que tenha cumprido o intervalo da primeira dose, de acordo com o preconizado para o imunizante usado anteriormente

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TERCEIRA DOSE DO ESQUEMA INICIAL
Apenas para quem tomou Pfizer Baby, após oito semanas da segunda dose

PRIMEIRA DOSE DE REFORÇO
Pessoas a partir de cinco anos de idade que tenham cumprido o intervalo de 4 meses (122) da dose anterior

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VACINA BIVALENTE

Pessoas a partir dos 18 anos de idade; pessoas com comorbidades a partir de 12 anos; pessoas imunossuprimidas a partir dos 12 anos; pessoas com deficiência permanente (a partir de 12 anos) e abrigados a partir de 12 anos de idade.

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Para as pessoas que tomaram pelo menos duas doses de vacina contra a covid-19, é necessário um intervalo de 4 meses (122 dias) da última dose para ter acesso à dose bivalente. Quem não tem duas doses iniciais, deve completar este esquema inicial para, após 4 meses, ter acesso ao reforço com a vacina bivalente.

O esquema para as pessoas imunossuprimidas é um pouco diferente. Quem não iniciou ou não completou o seu esquema vacinal primário (composto por 3 doses neste caso), pode completar o esquema inicial com a bivalente após 8 semanas da aplicação da segunda dose da vacina monovalente e, após 4 meses (122 dias), completar o esquema com a bivalente.

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Para os imunossuprimidos com três doses iniciais, no mínimo, a aplicação da vacina bivalente é feita a partir de quatro meses (122 dias) da última dose.