Cotidiano

Nova regra em SP: carregadores de carros elétricos terão exigências mais rígidas

O Corpo de Bombeiros publicou a atualização da Instrução Técnica nº 41 (IT-41), que estabelece diretrizes obrigatórias para a instalação de pontos de recarga em condomínios

Ana Clara Durazzo

Publicado em 17/03/2026 às 14:00

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O descumprimento das normas pode gerar multas ao condomínio e problemas com o seguro da edificação em caso de sinistros / Divulgação

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O carregamento de carros elétricos em prédios acaba de ganhar regras mais rígidas em São Paulo. O Corpo de Bombeiros publicou nesta terça-feira (17) a atualização da Instrução Técnica nº 41 (IT-41), que estabelece diretrizes obrigatórias para a instalação de pontos de recarga em condomínios residenciais e comerciais.

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O que muda na instalação (Itens Obrigatórios)

Para reforçar a prevenção contra incêndios, as novas normas exigem que os Sistemas de Alimentação de Veículos Elétricos (Save) possuam:

  • Botão de Pânico: Cada ponto de recarga deve ter um botão de desligamento individual.

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  • Integração total: O sistema de recarga precisa estar conectado à central de alarme do edifício.

  • Corte de energia estratégico: Botões de desligamento extra devem ser instalados perto das saídas de emergência.

  • Responsabilidade Técnica: Toda instalação agora exige um documento assinado por profissional habilitado (ART/RRT).

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Impacto direto para Síndicos e Moradores

Segundo o Corpo de Bombeiros, a medida visa acompanhar o crescimento explosivo da frota de elétricos no Brasil com segurança.

  • Instalação Dedicada: Acabou o 'puxadinho'. Os carregadores devem ter alimentação elétrica exclusiva e aterramento adequado.

  • Prevenção: "O sistema é seguro quando instalado por profissionais qualificados seguindo as normas", reforça a capitão Karoline Burunsizian, porta-voz da corporação.

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Por que a mudança agora?

Com o aumento de incidentes envolvendo baterias de lítio em locais fechados, a corporação busca padronizar a infraestrutura urbana. O descumprimento das normas pode gerar multas ao condomínio e problemas com o seguro da edificação em caso de sinistros.

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