NASA alerta para ‘apocalipse climático’ e regiões do Brasil podem se tornar inabitáveis

O estudo da agência espacial, símbolo dos Estados Unidos da América, foi realizado com base em dados de satélite

O estudo da agência espacial, símbolo dos Estados Unidos da América, foi realizado com base em dados de satélite

O estudo da agência espacial, símbolo dos Estados Unidos da América, foi realizado com base em dados de satélite | Pexels/Fábio

O medo do futuro é uma preocupação real na mente de cada habitante do planeta Terra, não é verdade?

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Os alertas sobre os danos do aquecimento global são presenças frequentes em todos os tipos de veículos de comunicação.

Veja também a NASA descobre anomalia magnética que pode afetar tecnologias na América do Sul.

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Estudo

Em uma nova pesquisa, a Nasa (Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço, em inglês National Aeronautics and Space Administration) revelou que algumas regiões do mundo podem se tornar inabitáveis por conta do calor nos próximos 50 anos.

O estudo da agência espacial, símbolo dos Estados Unidos da América, foi realizado com base em dados de satélite.


Ao todo, a Nasa apontou cinco regiões que correm mais perigo com o aumento das temperaturas.

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Brasil

Como já dito, as notícias são preocupantes, caro leitor do Diário do Litoral. O Brasil está na lista de países que devem sofrer com o calor.

Segundo a pesquisa, os maiores problemas de habitação serão sentidos na região amazônica e em cidades do Centro do País.

Mundo

O sofrimento com o calor não é exclusividade do Brasil. Outras partes do globo também devem ser profundamente impactadas por esse iminente problema.

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O Sul da Ásia, especialmente o Paquistão, já enfrenta essa realidade. Em algumas áreas do continente, países ultrapassaram o limite crítico do índice de bulbo úmido nos últimos 15 anos.

Na China, cidades populosas como Xangai e Pequim podem se tornar inabitáveis devido ao bulbo úmido atingir a marca crítica de 35 °C.

No Oriente Médio, regiões como o Golfo Pérsico já sofrem com a combinação de calor extremo e alta umidade, o que provoca ondas de calor intensas e secas prolongadas, tendência que deve se agravar nas próximas décadas.

As costas do Mar Vermelho também podem enfrentar condições semelhantes, com temperaturas que frequentemente tornam a sobrevivência mais difícil.