Cotidiano
Muito além das praias paradisíacas, a 'Capital do Cacau' oferece uma imersão onde o luxo histórico encontra a natureza selvagem da Mata Atlântica
Ilhéus transformou sua herança agrícola em uma experiência de luxo / ImageFX
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Com o aroma de cacau fresco no ar e o cenário que imortalizou as obras de Jorge Amado, Ilhéus se consolidou como a joia do sul baiano. Muito além das praias paradisíacas, a 'Capital do Cacau' oferece uma imersão onde o luxo histórico encontra a natureza selvagem da Mata Atlântica.
Ilhéus transformou sua herança agrícola em uma experiência de luxo. Hoje, o viajante não apenas vê o cacau, mas vive o processo Tree-to-Bar (da árvore à barra):
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Visitas a Fazendas Centenárias: Conheça casarões do século XX que preservam a opulência dos 'Coronéis do Cacau'.
Chocolateturismo: Degustações de chocolates orgânicos e finos que já conquistaram prêmios internacionais.
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Festivais: Em julho, a cidade para com o Festival Internacional do Chocolate, atraindo chefs e apaixonados pelo doce do mundo inteiro.
Caminhar pelo Centro Histórico de Ilhéus é como entrar nas páginas de Gabriela, Cravo e Canela.
Bar Vesúvio: Onde o tempo parece ter parado para um kibbe e uma cerveja gelada.
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Bataclan: O lendário antigo cabaré, hoje um centro cultural vibrante, revive o glamour e a boemia da elite cacaueira.
Casa de Cultura Jorge Amado: Onde as memórias do autor mais amado do Brasil ganham vida.
Ilhéus possui uma das maiores extensões de costa da Bahia. Se você busca o lugar ideal:
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Praia dos Milionários: A favorita para quem não abre mão de excelente infraestrutura de cabanas.
Praia do Sul: O reduto das águas mornas e coqueirais sem fim.
Sapetinga: Onde o Rio encontra o Mar, proporcionando o pôr do sol mais espetacular da região.
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Janeiro e Fevereiro: Sol garantido e a tradicional Festa de Iemanjá (02/02), uma explosão de fé e cultura afro-brasileira.
Setembro a Novembro: A 'baixa temporada' ideal para quem busca preços melhores e praias vazias, com temperaturas ainda na casa dos 27°C.
Dica de Ouro: Não saia da cidade sem provar a moqueca de peixe com camarão local, finalizada com chocolate artesanal de sobremesa. É a definição do sabor baiano moderno.
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