Essa relação ganhou destaque nas duas temporadas da exposição imersiva "Uma Homenagem ao Rei Pelé" / Divulgação/Multiverso
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A morte de João Araújo, conhecido como Didi, aos 87 anos, em Santos, resgata uma parte pouco conhecida da história de Pelé. Mais do que cuidar do icônico topete do Rei do Futebol, ele foi amigo próximo, confidente e presença constante ao longo da trajetória do maior jogador de todos os tempos.
Essa relação ganhou destaque nas duas temporadas da exposição imersiva “Uma Homenagem ao Rei Pelé”, realizada no Shopping Eldorado, em São Paulo, e no Estádio do Maracanã. A mostra recriou com fidelidade a barbearia onde o visual de Pelé era mantido ao longo dos anos, utilizando objetos originais preservados como relíquias.
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Didi participou da inauguração da exposição na capital paulista, emocionando o público ao relembrar histórias ao lado de admiradores do eterno camisa 10. O ambiente inspirado em seu espaço de trabalho tornou-se um dos mais fotografados da experiência, tanto pelo estilo retrô quanto pelo significado afetivo.
Para os organizadores, a presença do barbeiro conferiu uma dimensão humana à narrativa sobre Pelé, mostrando não apenas o ídolo mundial, mas também o homem por trás da lenda — alguém que mantinha vínculos pessoais profundos fora dos gramados.
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A história de Didi permanece viva na memória dos fãs e nos registros que ajudaram a eternizar a figura de Pelé além do esporte.