Megaobra chega a 73% e maior ferrovia do estado vai ligar 4 cidades em 743 km

Oficialmente chamada de Ferrovia Estadual Senador Vicente Emílio Vuolo, a estrutura ampliará a capacidade logística do estado e facilitará o escoamento da produção agrícola

A imagem mostra a Ferrovia de Mato Grosso

Obra promete ligar as cidades que atuam no agronegócio brasileiro/Divulgação / Rumo Ferrovia MT

A obra da futura Ferrovia de Mato Grosso, a maior do estado, segue avançando em ritmo acelerado e já alcançou 73% de execução. Com 743 quilômetros de extensão, a linha férrea conectará quatro importantes cidades do agronegócio brasileiro: Rondonópolis, Cuiabá, Nova Mutum e Lucas do Rio Verde.

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Oficialmente chamada de Ferrovia Estadual Senador Vicente Emílio Vuolo, a estrutura ampliará a capacidade logística do estado e facilitará o escoamento da produção agrícola. Além disso, a ferrovia reduzirá a dependência do transporte rodoviário e fortalecerá a competitividade do agronegócio nacional.

Enquanto as obras avançam, o ritmo dos trabalhos chama a atenção. Em alguns trechos, as equipes instalam até 1 quilômetro de trilhos por dia. Com isso, os trabalhadores aceleram a construção de um dos maiores projetos ferroviários em andamento no Brasil.

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Na prática, a ferrovia ligará Lucas do Rio Verde a Rondonópolis, passando por Nova Mutum e Cuiabá. Dessa forma, o projeto conectará importantes polos econômicos de Mato Grosso e facilitará o transporte de cargas para os portos brasileiros.

Como resultado, produtores e empresas poderão reduzir custos logísticos e ganhar mais eficiência no transporte de mercadorias. Ao mesmo tempo, a nova estrutura deverá ampliar a capacidade de escoamento de grãos, algodão e outros produtos agrícolas.

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Os números do empreendimento também impressionam. Ao todo, a ferrovia contará com 22 pontes, 21 viadutos e dois túneis. Além disso, o investimento previsto para a obra chega a aproximadamente R$ 5 bilhões.

Já a primeira etapa contempla 162 quilômetros de trilhos entre Rondonópolis e o terminal da BR-070, localizado em Dom Aquino, na região de Campo Verde. Nesse trecho, as equipes concentram parte dos esforços para colocar a ferrovia em operação o mais rápido possível.

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Detalhes da execução da maior ferrovia do estado

O governo inaugurou oficialmente o novo terminal da BR-070 e o primeiro trecho da ferrovia em 19 de junho de 2026.

Agora, a primeira operação ferroviária está prevista para o terceiro trimestre deste ano. Segundo o governo estadual, os primeiros trens deverão circular até setembro, marcando o início das atividades da nova ferrovia.

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Além disso, a entrada em operação representará um passo importante para a expansão da infraestrutura logística de Mato Grosso.

Cidades atendidas pela obra

A Ferrovia de Mato Grosso conectará algumas das cidades mais importantes do agronegócio brasileiro.

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No norte do estado, Lucas do Rio Verde se destaca como um dos maiores produtores de soja, milho e proteína animal do país. Por isso, a cidade deverá ser uma das principais beneficiadas pela nova rota ferroviária.

Logo depois, o trajeto passará por Nova Mutum, município que possui forte participação na produção de grãos e ocupa posição estratégica no agronegócio mato-grossense.

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Em seguida, a ferrovia atenderá Cuiabá. Como capital do estado, a cidade concentra atividades econômicas, industriais e logísticas que ganharão uma nova alternativa para o transporte de cargas.

Por fim, o percurso chegará a Rondonópolis, município que abriga um dos principais terminais ferroviários do Brasil. Atualmente, a cidade já funciona como uma das principais portas de saída da produção agrícola de Mato Grosso.

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Com essa integração, a ferrovia acelerará o escoamento de grãos, algodão e outras cargas para diferentes regiões do país e para os portos de exportação. Dessa maneira, o estado ganhará uma infraestrutura mais moderna, eficiente e preparada para atender ao crescimento da produção agrícola nos próximos anos.

Como Mato Grosso lidera a produção nacional de soja, milho e algodão, especialistas consideram a obra uma das mais importantes para o futuro da logística e do agronegócio brasileiro.rasileiro nos próximos anos.