Mato e entulho no lugar de pedestres nas calçadas do Catipoã

Quantidade de lixo e mato nas calçadas das Ruas Antonio Ferreira Granda e Aleixo Garcia, no Catiapoã, geram reclamação

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07 JAN 2019Por Vanessa Pimentel09h45
A calçada fica em frente a um galpão que atualmente está vazio, o que facilita o descarte irregularA calçada fica em frente a um galpão que atualmente está vazio, o que facilita o descarte irregularFoto: nair bueno/diário do litoral

A quantidade de entulho e lixo jogado debaixo de uma árvore na Rua Antonio Ferreira Granda, no bairro Catiapoã, em São Vicente tem chamado a atenção de quem passa por ali. Pedaços de móveis antigos, papelão, sacos com entulho e mato se misturam na calçada e impedem a passagem das pessoas, que acabam usando uma parte da rua para conseguirem seguir viagem. 

Segundo Cremilda de Jesus, moradora do bairro há cerca de três anos, o problema é recorrente. “Já vi mais de uma vez pessoas pararem aqui para despejar entulho. Aí a vizinha liga para o serviço da prefeitura e eles vêm retirar. Mas, não demora muito, e logo já jogam lixo de novo”. 

A calçada fica em frente a um galpão que atualmente está vazio, cenário que acaba facilitando o descarte irregular, acredita Cremilda. 

Mais a frente, na Rua Aleixo Garcia, as calçadas também estão intransitáveis, mas por lá o motivo é outro: mato. De tão alto, anula a utilidade do passeio e torna-se habitat ideal para ratos e baratas. 

Uma moradora entrevistada não soube precisar, mas disse que há meses as vias não recebem serviço de capinação. Além disso, os ­buracos acabam ­deixando como ­única opção ao pedestre dividir espaço com os veículos que passam na rua. 

RESPOSTAS

Questionada, a prefeitura informou que as duas vias receberão os serviços de roçagem e capinação da Codesavi nesta semana. 

Quanto ao entulho, disse que há no bairro o serviço gratuito de Cata Treco que recolhe móveis velhos e restos da construção civil. 

O agendamento pode ser feito de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h, pelos telefones (13) 3464-7158 e 3462-9740. 

Segundo a Diretoria de Limpeza Urbana, atualmente, o material tem sido retirado em menos de três dias.