A Marinha do Brasil veste um uniforme branco impecável / Divulgação/Marinha do Brasil
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A manutenção da brancura nos uniformes da Marinha do Brasil, frequentemente observada em cerimônias oficiais, baseia-se em um protocolo de lavagem que prioriza a preservação das fibras e a prevenção de manchas. Entenda mais!
Segundo orientações divulgadas em canais oficiais da instituição, o resultado não decorre do uso de alvejantes industriais ou serviços especializados, mas sim da aplicação de técnicas de lavagem doméstica e do uso estratégico de compostos químicos simples, como o percarbonato de sódio.
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O procedimento recomendado pelos militares inicia-se com a padronização do lote de lavagem. A orientação é que peças que compõem o mesmo conjunto, como camisas e calças, sejam lavadas sempre juntas para assegurar que a tonalidade permaneça uniforme em todo o vestuário.
No que diz respeito aos insumos, a preferência pelo sabão em formato líquido é justificada pela sua maior solubilidade, o que minimiza o acúmulo de partículas sólidas entre as tramas do tecido. A adição do percarbonato de sódio atua como um agente oxidante que remove sujidades orgânicas sem causar o desgaste acelerado comum em produtos à base de cloro.
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Além da etapa mecânica de lavagem, o método enfatiza o armazenamento pós-uso como fator determinante para evitar o aspecto encardido. A recomendação técnica é que, após a secagem total, as peças sejam guardadas em capas ou sacos protetores. Esta medida isola o tecido da poeira e da umidade do ambiente, principais agentes causadores do amarelamento em roupas claras.
A disciplina constante nesse manejo evita que resíduos se fixem profundamente nas fibras, aumentando a vida útil do material e reduzindo a necessidade de intervenções químicas mais agressivas.