Cotidiano

Mansão mais cara do Brasil será demolida para abrigar condomínio de luxo; confira detalhes

O imóvel avaliado em R$ 220 milhões dará lugar a 10 casas personalizadas em terreno no Jardim Pernambuco, na zona sul do Rio

Giovanna Camiotto

Publicado em 06/03/2026 às 13:50

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A mansão mais cara do Brasil, localizada no Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro, será demolida / Reprodução

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A mansão mais cara do Brasil, localizada no Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro, será demolida para abrigar um novo condomínio de casas de alto padrão. Atualmente, o imóvel é avaliado em cerca de R$ 220 milhões, mas deixará de existir para a construção de 10 residências feitas sob medida para os compradores.

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Segundo as informações, a mansão de estilo inglês ocupa 22% do terreno e foi construída pela família Amaral, ex-proprietária da rede de supermercados Disco. A rede varejista, inaugurada em Copacabana em meados de 1956, foi pioneira ao adotar o modelo americano no país.

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O projeto será desenvolvido pela construtora Mozak e prevê lotes a partir de 900 m². Cada terreno poderá ser adquirido por cerca de R$ 23 milhões, porém o preço final deve variar conforme a planta e os acabamentos escolhidos pelos clientes. O Valor Geral de Vendas do empreendimento é estimado em cerca de R$ 360 milhões. 

Terreno dará lugar a condomínio com 10 casas de alto padrão no Leblon /Divulgação
Terreno dará lugar a condomínio com 10 casas de alto padrão no Leblon /Divulgação
Cada lote do empreendimento pode ser adquirido por aproximadamente R$ 23 milhões /Divulgação
Cada lote do empreendimento pode ser adquirido por aproximadamente R$ 23 milhões /Divulgação
Projeto prevê vista para o mar, Lagoa Rodrigo de Freitas e Cristo Redentor /Divulgação
Projeto prevê vista para o mar, Lagoa Rodrigo de Freitas e Cristo Redentor /Divulgação
Mansão no Jardim Pernambuco foi anunciada por cerca de R$ 220 milhões /Reprodução
Mansão no Jardim Pernambuco foi anunciada por cerca de R$ 220 milhões /Reprodução

Detalhes do projeto

O condomínio, chamado Estância Pernambuco, será projetado por Thiago Bernardes, arquiteto responsável pelo Museu de Arte do Rio e por projetos no Instituto Moreira Salles e no Instituto Burle Marx. A construtora diz que o diferencial é que cada casa será desenvolvida de maneira personalizada.

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Segundo o gerente de novos negócios da Mozak, Marcus Vinicius Souza, o projeto se destaca pela participação dos clientes na confecção das casas. "Apesar de estar no Leblon, um dos bairros mais urbanos e valorizados do país, o nosso projeto conta com muita vegetação e uma relação muito forte com a paisagem ao redor, trazendo vista para o mar, lagoa [Rodrigo de Freitas], para o Cristo Redentor", comentou ele à CBN.

"Mas, sem dúvida, o nosso maior diferencial do projeto está nesse processo de desenvolvimento das casas. Cada casa será pensada de forma personalizada em um processo de cocriação entre o cliente, a Mozak e a Bernardes Arquitetura. Isso permite que cada família participe da concepção da sua própria casa desde o primeiro rascunho".

Basicamente, os compradores participam do processo de concepção junto com os arquitetos, definindo layout, acabamentos e características da residência. Outras vantagens estão as quadras esportivas privativas, lago natural, circulação interna com carrinhos de golfe, bosque preservado de Mata Atlântica com trilhas e o mirante exclusivo.

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As obras estão previstas para começar no fim de março ou início de abril.

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